Da Natureza à Técnica, da Modernidade Antiga à Moderna (Construção, Desconstrução, Reconstrução)

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Leya, 23/10/2013
Trata-se dum ensaio fenomenológico sobre a civilização contemporânea, em contraste quer com a civilização greco-romana (que foi uma modernidade na sua época) quer com o Antigo Regime europeu: a grande diferença é que, enquanto essas civilizações tinham fontes de energia meramente biológicas (natureza), a modernidade moderna ganhou fontes industriais de energia (técnica). A razão dessa diferença está em duas invenções, a da definição pela filosofia grega e a do laboratório científico europeu. Como se fez ao longo dos séculos essa CONSTRUÇÃO é o que ilustram os seis primeiros capítulos, os dois últimos tirando as consequências da nova visão que a DESCONSTRUÇÃO de Heidegger e Derrida permite, saindo fora do dualismo sujeito / objecto (herdado do alma / corpo) que ainda domina a maior parte do pensamento actual, o das `representações' e outras `informações'. Anuncia-se assim uma nova Fenomenologia, RECONSTRUÇÃO dos saberes científicos e filosóficos, ou Filosofia com Ciências (obra recente do autor). A recuperação da Natureza - dos vivos, humanos, animais e plantas - face à dominação planetária da Técnica implica a tarefa política e ecológica de controlar democraticamente este sistema global, nomeadamente diminuindo o tempo semanal de trabalho para garantir emprego pleno a todos os cidadãos.
 

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