História das teorias da comunicação

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Loyola, 2011 - 220 páginas
Se a noção de comunicação é problemática, muito mais o é de teoria da comunicação. O estatuto e a definição da teoria, a exemplo do que se passa com várias ciências humanas e sociais, são muito diferentes, segundo as diversas escolas e epistemologias. Mesmo uma escola pode abrigar diversas variantes. Diante disso, onde situar um pensamento organizado sobre a comunicação, se esse campo de conhecimento pode abrigar teorias e doutrinas tão diversas quanto as de McLuhan e de J. Habermas? Os autores respondem a essa questão por recurso ao caráter interdisciplinar das ciências da informação e da comunicação. Eles mapeiam as correntes, tendências e escolas, mostrando os fluxos e refluxos das diversas problemáticas. E o fazem num texto sintético, esclarecedor, acessível aos estudantes, fecundo para os professores de comunicação e para os profissionais da área. A noção de comunicação recobre uma multiplicidade de sentidos. A proliferação das tecnologias e a profissionalização das práticas acrescentou novas vozes a essa polifonia, num fim de século que faz da comunicação uma figura emblemática das sociedade do IIIo. Milênio. Situados na encruzilhada de várias disciplinas, os processos de comunicação suscitaram o interesse de ciências tão diversas quanto a Filosofia, a História, a Geografia, a Psicologia, a Sociologia, a Etnologia, a Economia, as Ciências Políticas, a Biologia, a Cibernética ou as Ciências Cognitivas. História das teorias da comunicação procura dar conta da pluralidade e dispersão desse campo de observação científica, historicamente em tensão entre as redes físicas e imateriais, o biológico e o social, a natureza e a cultura, os dispositivos técnicos e o discurso, a economia e a cultura, as perspectivas micro e macro, a aldeia e o globo, o ator e o sistema, o indivíduo e a sociedade, o livre-arbítrio e os determinismos sociais. Se a noção de comunicação é problemática, muito o mais o é a de teoria da comunicação. O estatuto e a definição da teoria, a exemplo do que se passa com várias ciências humanas e sociais, são muito diferentes, segundo as diversas escolas e epistemologias. Mesmo uma escola pode abrigar diversas variantes. Diante disso, onde situar um pensamento organizado sobre a comunicação, se esse campo de conhecimento pode abrigar teorias e doutrinas tão diversas quanto as de McLuhan e de J. Habermas? Os autores respondem a essa questão por recurso ao caráter interdisciplinar das ciências da informação e da comunicação. Eles mapeiam as correntes, tendências e escolas, mostrando os fluxos e refluxos das diversas problemáticas. E o fazem num texto sintético, esclarecedor, acessível aos estudantes, fecundo para os professores de comunicação e para os profissionais da área.

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