Memorias de litteratura portugueza, Volume 5

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Passagens conhecidas

Página 143 - Inutil e despido, calvo e informe, Da natureza em tudo aborrecido ; Onde nem ave voa, ou fera dorme, Nem corre claro rio, ou ferve fonte...
Página 84 - E quando desce o deixa derradeiro; Vós, que esperamos jugo e vitupério Do torpe Ismaelita cavaleiro, Do Turco Oriental e do Gentio Que inda bebe o licor do santo Rio...
Página 48 - De nós tam triste agouro. Deos o mude Em mais ditoso fado, em melhor dia. Crescereis vós primeiro, filhos meus, Que choraes de me ver estar-vos chorando; Meus filhos tam pequenos ! ay meus filhos , Quem em vida vos ama , e teme tanto , Na morte que fará ? mas vivireis , Crescereis vós primeiro, que veja eu Que...
Página 9 - E com seus filhos e molher se parte A alevantar co elles a fiança; Descalços e despidos, de tal arte Que mais move a piedade que a vingança: «Se pretendes, rei alto, de vingar-te De minha temeraria confiança, (Dizia) eis aqui venho offerecido A te pagar co'a vida o prometido.
Página 176 - Piadoso templo ao brando Apollo erguera: Santo Diniz na fé, nas armas claro, Da patria pa y, da sua lingua amigo, D'aquellas Ãfitsas rústicas amparo.
Página 65 - Poema , eo que merecidamente tem íuftentado a fuá fama pelo efpaço de duzentos annos a efta parte. No feu eftylo fé achaõ todas as riquezas da noíía língua , e fé defcobrem os fólidos meios de as podermos multiplicar.
Página 53 - Perguntais a ti me fino , e que me fazes : A caufa , que te move a tal rigor : Dou tua confciencia em minha prova.

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