O Fotógrafo da Madeira

Capa
Madeira, 1a metade do séc. XIX, o patriarca de uma família produtora de vinho da Madeira vê-se obrigado, face ao contexto político, a enviar o seu herdeiro para Paris. Passados cerca de vinte anos, Afonso Ayres Drumond regressa à ilha na qualidade de cônsul francês e com o intuito de gerir o negócio dos pais falecidos. Depara-se, então, com uma realidade muito diferente da de uma França marcadamente liberal, cosmopolita e industrializada. Afonso encetará uma série de diligências de desenvolvimento da região no sentido de estreitar as relações entre a Madeira e a França, estimular o crescimento económico e melhorar as condições sociais da população. Esta missão custará um rol infinito de inimigos. A par do enredo surge a história de amor entre Afonso e Laura, a filha do feitor que, apesar de pertencer a uma classe inferior à de Afonso, recebeu uma educação muito liberal.
 

Opinião das pessoas - Escrever uma crítica

Não foram encontradas quaisquer críticas nos locais habituais.

Índice

Secção 1_
Secção 2_
Secção 3_
Secção 4_
Secção 5_
Secção 6_
Secção 7_
Secção 8_
Secção 16_
Secção 17_
Secção 18_
Secção 19_
Secção 20_
Secção 21_
Secção 22_
Secção 23_

Secção 9_
Secção 10_
Secção 11_
Secção 12_
Secção 13_
Secção 14_
Secção 15_
Secção 24_
Secção 25_
Secção 26_
Secção 27_
Secção 28_
Secção 29_
Direitos de autor

Outras edições - Ver tudo

Palavras e frases frequentes

Informação bibliográfica