Poetas brasileiros, Volume 1

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Garnier, 1921 - 374 páginas
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Passagens conhecidas

Página 155 - Tu choraste em presença da morte? Na presença de estranhos choraste? Não descende o cobarde do forte; Pois choraste, meu filho não és!
Página 342 - Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais!
Página 146 - Da tribo pujante, Que agora anda errante Por fado inconstante, Guerreiros, nasci: Sou bravo, sou forte, Sou filho do Norte: Meu canto de morte, Guerreiros, ouvi. • Já vi cruas brigas, De...
Página 143 - Ferve o cauim; Enchem-se as copas, o prazer começa, Reina o festim. O prisioneiro, cuja morte anseiam, Sentado está, O prisioneiro, que outro sol no ocaso Jamais verá!
Página 343 - Como perfumes a flor; O mar é — lago sereno, O céu — um manto azulado, O mundo — um sonho dourado, A vida — um hino d'amor!
Página 151 - Filho meu, onde estás? - Ao vosso lado; Aqui vos trago provisões: tomai-as, As vossas forças restaurai perdidas, E a caminho, e já! - Tardaste muito! Não era nado o sol, quando partiste, E frouxo o seu calor já sinto agora!
Página 141 - Custosos tributos ignavos lá rendem, Aos duros guerreiros sujeitos na paz. No centro da taba se estende um terreiro, Onde ora se aduna o...
Página 50 - Lá reclinada, como que dormia, Na branda relva e nas mimosas flores; Tinha a face na mão, ea mão no tronco De um fúnebre cipreste, que espalhava Melancólica sombra.
Página 235 - Entremos. Deve haver nestes lugares Mudança grave na mundana sorte; Quem sempre a morte achou no lar da vida, Deve a vida encontrar no lar da morte.
Página 157 - Ao contacto dos lábios sedentos, Lago impuro de vermes nojentos, Donde fujas com asco e terror! "Sempre o céu, como um teto incendido, Creste e punja teus membros malditos E o oceano de pó denegrido Seja a terra ao ignavo tupi!

Informação bibliográfica