Historia da litteratura brasileira por Sylvio Roméro ...: 1830-1870

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H. Garnier, 1903
 

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Passagens conhecidas

Página 135 - Que faisiez-vous au temps chaud?' Dit-elle à cette emprunteuse. 'Nuit et jour, à tout venant, Je chantais, ne vous déplaise.' — 'Vous chantiez? J'en suis fort aise. Eh bien, dansez maintenant!
Página 274 - Já sinto da geada dos sepulcros O pavoroso frio enregelar-me . . . A campa vejo aberta, e lá do fundo Um esqueleto em pé vejo a acenar-me . . . Entremos. Deve haver nestes lugares Mudança grave na mundana sorte; Quem sempre a morte achou no lar da vida. Deve a vida encontrar no lar da morte.
Página 67 - Casar assim o pensamento com o sentimento — o coração com o entendimento — a ideia com a paixão — colorir tudo isto com a imaginação, fundir tudo isto com a vida e com a natureza, purificar tudo com o sentimento da religião e da divindade, eis a Poesia — a Poesia grande e santa — a Poesia como eu a compreendo sem a poder definir, como eu a sinto sem a poder traduzir.
Página 168 - Vivi; pois Deus me guardava Para este lugar e hora! Depois de tanto, senhora, Ver-te e falar-te outra vez; Rever-me em teu rosto amigo, Pensar em quanto hei perdido, E este pranto dolorido Deixar correr a teus pés.
Página 171 - Perdão, a teus pés curvado; Perdão! ... de não ter ousado Viver contente e feliz! Perdão da minha miséria, Da dor que me rala o peito, E se do mal que te hei feito, Também do mal que me fiz!
Página 170 - Pensar eu que o teu destino Ligado ao meu, outro fora, Pensar que te vejo agora, Por culpa minha, infeliz; Pensar que a tua ventura Deus ab eterno a fizera, No meu caminho a pusera. . . . E eu! eu fui que a não quis!
Página 273 - Palpei de novo o chão ; vi que de novo Cavado estava ! A terra se afundara, E as sementes nadavam sobre lágrimas, Que minha mãe e minha irmã choravam. . . Replantei-as, orei, beijei a terra, E parti . . . Trouxe d'alma só metade ; E o coração?... deixei-o num abraço. IV Certo estou de que a planta, já crescida, Terá brotado flor. Se ao menos dado Me fosse colher uma. . ver a terra Pelo pranto dos meus santificada ! Se uma dessas saudades enfeitar-me Viesse a minha essa, ou meu sudário,...
Página 634 - Moveu as asas soltas e espalmadas. Pairou sobre o navio — imensa e bela — Como uma branca, uma isolada vela A demandar um livre e novo mundo; Crescia o sol nas nuvens refulgentes, E como um turbilhão de águias frementes, Zunia o vento na amplidão, — profundo. Ela lutou, ansiosa!
Página 589 - Ouvir o vento que geme, Sentir a folha que treme, Como um seio que pulou, Das matas entre os desvios, Passar nos antros bravios Por onde o jaguar passou; É belo.

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