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distr. do Porto. || Santo André, de Souzello, cone. de Sinfães, distr. de Vizeu. || Santo Adrião, de Sul, conc. de S. Pedro do Sul, do mesmo distr. Santa Maria, de Valle, conc. da Feira, distr. de Aveiro. || S. Paio e conc. de Villa Verde, distr. de Braga. || Quinta na freg. de S. Pedro, de Palmella, conc. de Setubal distr. de Lisboa | Serra do distr. de Braga; está situada a NO de Vieira, entre os rios Cávado e Ave, na direcção ENE a OSO. Tem 681 m. d'altura.

gado. Pertence á 3. div. mil. e ao distr. de re- tr. de Aveiro. || Santa Maria, de Sardoura, conc. crut. e res. n.o 8, com a séde em Braga. A pov. de Castello de Paiva, do mesmo distr. S. Martambem é conhecida pelo nome de Mosteirotinho, de Soalhães, conc. de Marco de Canavezes, d'Oliveira, ou de Oliveira do Mosteiro. || Pov. e freg. de S. Paio, da prov. do Douro, conc. e com. de Amarante, distr. e bisp. do Porto; 94 fog. e 316 hab. Dista 8 k. da séde do conc. e está situada entre serras, e proximo d'uma ribeira. Foi do antigo concelho de Santa Cruz de Riba Tamega. As religiosas do convento de Sant'Anna, de Vianna do Castello, apresentavam o vigario, que tinha 603000 réis de congrua e o pé d'altar. A pov. pertence á 6. div. mil. e ao districto de recrut. e res. n.o 20, com a séde em Amarante. || Oliveira dos Arcos (D. Fernando Antonio. Pov. e freg. de Santa Maria, da prov. do Minho, d'Almeida e Silva Sanches de Baêna Jacques Faconc. e com. de Arcos de Valle-de-Vez, distr. derinha de Sousa e Vasconcellos, 1.° conde de). Triu Vianna do Castello, arceb. de Braga; 119 fog. e 366 hab. A pov. dista 6 k. da séde do concelho e está situada proximo da margem do rio Lima. A mitra e o geral do convento de Santa Cruz, de Coimbra, apresentavam alternativamente o abbade, que tinha 1405000 réis de rendimento. Foi antigamente da apresentação do convento de V. N. de Muhia, com reserva do ordinario. Teve annexas as freguezias dos Cabaços e Fôjo-Lobal, que originariamente formavam uma só parochia. E' n'esta freg. o Paço d'Oliveira, com capella junto. Diz-se que foi fundado pelos senhores da Torre da Camposa, do Valle, e n'elle esteve escondido D. Antonio, prior do Crato em 1580, antes de fugir para França. Os Oliveiras. d'este paço eram fidalgos de muita nobreza e importancia, pois descendiam dos reis de Castella e Leão. A terra é muito fertil, e tem muito e bom vinho. N'um monte proximo ha uma lapa, ou gruta, chamada Paços do Rei. Dizem que este nome lhe provém, por n'ella se recolher Bermudo II, rei de Navarra, quando deu a batalha a Almançor, rei ou califa de Cordova, em 998. A pov. pertence á 3. div. mil. e ao distr. de recrut. e res. n. 3, com a séde em Vianna do Castello. Pov. e freg. de Santa Maria, da prov. de Trazos-Montes, conc. e com. de Mesão Frio, distr. de Villa Real, bisp. de Lamego; 203 fog. e 728 hab. Tem esc. do sexo masc. e est. post. permutando malas com Mesão Frio. A pov. dista 3 k. da séde do conc e está situada a 3 k. da margem direita do rio Douro. A mitra apresentava o abbade, que tinha 6005000 réis de rendimento annual. A terra é fertil, e pertence á 6. div. mil. e ao dis

tr.

de recrut. e res. n.o 13, com a séde em Villa Real. | Povoações nas freguezias: S. Miguel, de Argivae, conc. de Povoa do Varzim, distr. do Porto. | Santa Maria, de Arrifana, conc. de Poiares, distr. de Coimbra. || S. Thiago, de Capellas, conc. de Penafiel, distr. do Porto. || S. ebastião, de Darque, conc. e distr de Vianna do Castello. Santa Christina, de Figueiró, conc. de Ama rante, distr. do Porto. || S. Vicente, de Fornellos, conc. de Ponte do Lima, distr. de Vianna do Castello. | Santa Maria, de Landim, conc. de V. N. de Famalicão, distr. de Braga. | S. Thiago, de Santa Lucrecia de Algeriz, conc. e distr. de Braga. S. Julião e conc. de Mangualde, distr. de Vizeu. S. Martinho, de Pindo, conc. de Penalva do Castello, distr. de Vizeu. || Ilha da Madeira; Bom Jesus, de Ponta Delgada, conc. de S. Vicente, distr. do Funchal. S. Christovão, de Rio Mau, conc. de V. do Conde, distr. do Porto. || Santo Isidoro, de Romariz, conc. da Feira, dis

chante mór da Casa Real, alcaide-mór de Seixo Amarello, commendador de Santo André da Esgueira na ordem de S. Thiago, senhor dos morgados de Oliveira dos Arcos, Linhares, Valle de Morellos, Soccorro, de Lisboa, e outros; capitão de granadeiros do regimento de Lippe, infantaria n.o 1, etc. N. a 20 d'agosto de 1769, fal. em Abrantes a 3 de março de 1834. Era filho de D. João d'Almeida e Silva Sanches de Baêna Jacques Farinha de Vasconcellos e Sousa, e de sua mulher D. Ignez Antonia da Camara. Por carta regia de 26 de outubro de 1823 foi nomeado trinchante mór da Casa Real. Casou em 27 de outubro de 1805 com sua prima D. Francisca de Paula de Saldanha Daun, filha dos 1. condes de Rio Maior, João Vicente de Saldanha Oliveira e Sousa Juzarte Figueira e D. Maria Amalia de Carvalho Daun. Era irmã de João Carlos de Saldanha d'Oliveira Daun, depois marquez e duque de Saldanha, marechal do exercito. O conde de Oliveira dos Arcos foi mais tarde coronel de milicias, em que serviu alguns annos, e por fim o ultimo presidente do Conselho da Fazenda. Recebeu o titulo de conde, por decreto de 26 de outubro de 1829, no tempo do governo miguelista. O seu brazão d'armas era: Escudo esquartelado: no primeiro quartel as armas dos Almeidas, em campo vermelho com bordadura de ouro seis bezantes de ouro entre uma cruz doble; no segundo

as

armas dos Sanches, em campo de prata uma torre negra, com escada de sua côr; no terceiro as dos Baênas, escudo partido em duas palas, na primeira em campo de prata doze lisonjas vermehas, na segunda,em campo azul, um leão de ouro rompente, orla de ouro carregada de oito arruelas de vermelho; no quarto, as dos Farinhas, em campo azul nove bezantes de prata em santor, e nos quatro angulos quatro cruzes de ouro flori. das e vazias.

Oliveira de Arda. Pov. na freg. de S. João Baptista, de Raiva, conc. de Castello de Paiva, distr. de Aveiro. Tem caixa do correio. Está situada no degrau da serra de S. Domingos, assim chamada por lhe ficar no seu cume, a antiga capella d'està invocação. A aldeia de Oliveira de Arda está a meia altura d'esta serra. A terra é pobre, empregando-se os homens na profissão de almocreves, ou jornaleiros, e as mulheres em apanhar carqueja que vae para o Porto, pelas Fontainhas. Esta aldeia torna-se notavel pela capella de N. S. das Amoras, tanto que em sitios distantes é mais conhecida a pov. pelo nome de Senhora das Amoras. Ao sitio onde se vê a capella, junto á aldeia a NE, chamava se Por

tella, e era um sobreiral. Conta a lenda que, pelos annos de 1450, appareceu um dos sobreiros carregado de amoras, e entre os seus ramos uma bonita imagem de Nossa Senhora, que foi achada por um lavrador da aldeia. Para não parecer estranho falar-se em amoras, devemos lembrar que os sobreiros, ou sovereiros, quando são muito velhos, não dão bolotas, mas em seu logar um fructo muito similhante ás amoras brancas, de amoreira, e de um gosto acido e pouco agradavel, pela sua aspereza. No livro da confraria existente na capella, que é do principio do seculo xvr, menciona-se o apparecimento, mas não diz o nome do lavrador. A' noticia d'este achado correram todos os habitantes da aldeia ao sitio da Portella, vêr a imagem da Virgem, indo tambem alguns padres que existiam ali. A imagem veiu para a egreja matriz, que fica uns 1:500 m. a NE, porém na manhã seguinte tornou a imagem a apparecer no referido sobreiro. Os habitantes, então, resolveram se a cortar a arvore, para da sua madeira fazerem um altar á Senhora, na egreja, mas o homem, que deu a primeira machadada para cortar a arvore, feriu-se com o machado n'uma das pernas, ficando bem doente, o que fez acreditar que a imagem desejava conservar-se n'aquelle local. Construiram-lhe então uma ermidinha provisoria a poucos passos do sobreiro, deixando ali a imagem, emquanto durava a obra Concluida a capella, celebraram uma pomposa festa, conduzindo a imagem da Senhora em procissão para a sua nova casa, mas na manhã se guinte tornou a imagem a apparecer no sobreiro. Os habitantes decidiram então que a pequena ermida ficasse sendo a capella mór, e que se fizesse para o lado O o corpo da ermida pois abrangia o sobreiro, que ficou collocado no sitio de um dos altares lateraes, e foi serrado para servir de peanha á imagem, a que deram o nome de N. S. das Amoras, em memoria das que tinha o sobreiro, e foram tantos os milagres que desde logo The attribuiram, que os romeiros principiaram a concorrer á nova capella, não só das proximidades, como de algumas leguas de distancia. A imagem é de pedra de Ança, tendo apenas 0,41 de alto, sendo muito bonita e de boa esculptura. A capella denota mais antiguidade que a que lhe dá a tradição. Tem sido varias vezes concertada, e fizeram lhe uma pequena torre de sinos, não se lhe alterando, comtudo, a sua primitiva architectura. O adro foi cercado d'um muro de 1 m. d'altura, para nivelamento do terreno. Teve alfaias riquissimas, principalmente uns paramentos da India, que de Gôa lhe mandou um navegante, natural d'esta aldeia, em cumprimento d'um voto que fizera, por se livrar da morte n'um naufragio nos mares do Oriente.

Oliveira de Azemeis. Villa da prov. do Douro, séde de conc. e de com., distr. de Aveiro. bisp. e Relação do Porto. Tem uma só freg., cujo orago é S. Miguel. A villa está situada na chapada d'uma serra, na nargem direita do rio Sul, affluente da ria de Aveiro. A mitra e a abbadessa do convento de S. Bento da Ave Maria, do Porto, apresentavam alternativamente o reitor, que tinha 2008000 réis de congrua e o pé d'altar. E' tradição que o nome lhe provém do seguinte, segundo Pinho Leal, no Portugal antigo e moderno, vol. VI, pag. 265: «Havia em tempos antigos por estes sitios, apenas uma taberna

solitaria. Os donatos dos mosteiros (aos quaes se dava tambem o nome de azemeis) quando andavam ao peditorio, costumavam descançar debaixo d'uma oliveira, que estava em frente da taberna, e que, por isso se veiu a denominar Oliveira dos azemeis. Na minha opinião, continúa Pinho Leal, isto não passa d'uma d'aquellas etymologias inventadas por quem não quer estudar a nossa antiga lingua portugueza. Entendo que o nome d'esta villa provém do arabe algemé, que significa arraial, ajuntamento, congregação, etc., palavra ainda usada no seculo xv (Mandou, Nuno Fernandes, a Lopo Barriga, que fosse ao azemel de Abida, onde os capitães dos Cabildas e Aduares, tinham as suas tendas, etc. Damião de Goes, Chronica d'el rei D. Manuel, parte 3.*, cap. 32. pag. 327). Oliveira de Azemeis foi abbadia até 1520, sendo n'este anno reduzida a reitoria e commenda de Christo, por uma bulla do papa Leão X. Os habitantes da villa já em 1703 solicitavam de el-rei D. Pedro II o foral, que não conseguiram, por causa da opposição da villa da Feira, a cuja jurisdicção pertencia. Não teve nunca foral proprio, e regia-se pelo da Feira. D. João VI, sendo ainda principe regente, é que elevou a pov. á categoria de villa de cabeça de conc., no anno de 1800. Em 15 de maio de 1779 fez D. Maria I mercê da commenda de S. Miguel, de Oliveira de Azemeis, a José Seabra da Silva, dizendo a carta regia: «Tendo em consideração ao bom serviço que José Seabra me fez, nos muitos logares de letras que exercitou, e, ultimamente, no emprego de secretario de Estado, adjunto ao marquez de Pombal, e por outros motivos, dignos da minha real attenção, etc.» A egreja matriz eleva-se quasi ao centro da villa, no sitio mais elevado, que tem o nome Padrão. Data a egreja de 1719, anno em que por estar em muito mau estado a antiga, se começou a construir a nova, que existe ainda, terminando as obras em 1726. A fachada do edificio é de architectura pouco notavel, sm ca. racter algum de grandeza e elegancia: Sobre a porta ha uma esculptura regular, representando S. Miguel em acção de cravar com a lança o demonio que se vê prostrado e calcado aos seus pés. A fachada é ladeada por duas torres, tendo sinos só uma d'ellas. A egreja é de regular grandeza; tem uma só nave, sendo alumiada por 18 janellas. A capella-mór tem a sua tribuna de taTha dourada, vendo-se aos lados varias imagens. No corpo da egreja ha alguns altares lateraes. O templo é cercado por um adro espaçoso, e pela parte posterior, a pequena distancia, vê-se o cemiterio, de construcção moderna, muito regular e arborisado. Foi feito em 1863 á custa das obras publicas e do povo. Da rua sobe-se para o adro por uma escadaria de tres patins, na qual se lê uma inscripção, d'onde consta ter sido ali mandada collocar pelo bacharel Pedro Soares dos Reis em 1702. No anno de 1864 procedeu se a grandes reparos tanto na egreja como na casa da residencia parochial, por serem muito precisos, sendo as obras feitas por ordem do governo, a instancias do par do reino José da Costa Sousa Pinto Basto, natural d'esta villa. A egreja teve um legado de 1003000 réis, deixado em testamento por Antonio Ferreira da Silva Junior, fallecido na Bahia a 22 de novembro de 1875, e que tambem era filho de Oliveira de Azemeis. No

mesmo testamento deixou os legados de 1008000 réis aos pobres da freguezia e 500,3000 réis á Misericordia do Porto, A casa da camara é um edificio majestoso. Começou a construir-se em dezembro de 1844 no logar onde havia um predio pertencente ao monteiro-mór Manuel Antonio Mendes, que a camara municipal de Oliveira de Azemeis comprou. As obras suspenderam-se em 1846 por causa dos acontecimentos politicos que então se deram, e só depois é que proseguiram em arrematação, ficando concluidas em janeiro de 1850, mez em que a camara e a administração começaram a funccionar, indo em janeiro de 1851 juntar-se-lhe no mesmo edificio o tribunal

rei D. Pedro V, entre um cortinado de seda carmezim encimado por uma sanefa dourada. A' direita sobre um supedaneo, está collocada a cadeira do ministerio publico e a bancada das advo gados; á esquerda a cadeira do contador do juizo e a bancada dos jurados. Este recinto é separado do resto da sala por uma balaustrada. Na sala das sessões eleva se no fundo um estrado onde estão as cadeiras, ricamente estofadas, da vereação, e separadas do recinto do publico por uma balaustrada. Em fevereiro de 1864 mandou a camara plantar no largo em frente do edificio australias, que constituem um bonito arvoredo. O theatro d'esta villa é de modesta apparencia.

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de justiça. O edificio tem quatro faces, mas a desegualdade da area em que está situado, faz com que em duas faces tenha tres andares e nas outras duas só dois, o que, comtudo, lhe não tira o aspecto majestoso. No cimo do edificio vêemse as armas do reino, olhando para o sul da villa. A casa é ampla; além de conter em separado os tribunaes judiciaes e administrativo, à sala das sessões camararias e repartição de fazenda, tem varios compartimentos para residencia dos empregados subalternos. Nos aposentos inferiores do edificio ficam as prisões, em boas condições hygienicas, a casa do carcereiro e a sala livre. No tribunal de justiça está ao fundo a tribuna do juiz sobre um estrado de tres degraus, e tendo por cima, na parede, o retrato a oleo d'el

Em 1851 um grupo de amadores dramaticos resolveu levar a effeito a construcção d'um theatro, abrindo uma subscripção que chegou a oitocentos e tantos mil réis. Com este recurso e os mais que foram obtendo, conseguiram os amadores levantar as paredes, telhado e caixa, tendo de parar com as obras por falta de recursos. Entretanto, mesmo assim por concluir, deu-se ali uma recita de amadores cm 7 de junho de 1855, seguindo-se depois outras, com o producto das quaes se fizeram mais algumas obras no theatro. Em 1861 a camara municipal tomou 20 acções na importancia de cento e tantos mil réis, com o que se continuaram as obras. O theatro tem platéa, galeria, e duas ordens de camarotes. O padrão, ou cruz processional da Misericordia de

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hydraulica, revestido interiormente de cimento e coberto de abobadilha de beton, supportada por columnas de ferro, sobre a qual ha uma camada de terra vegetal com meio metro de espessura. O reservatorio tem a capacidade de 120 metros cubicos, e comprehende dois depositos de 60 me

res. n. 24, com a séde em Aveiro. Tem escolas para ambos os sexos, asylo de infancia desvalida, est. post. e telegr. com serviço de emissão e pagamento de vales do correio e telegraphicos, cobrança de recibos, letras e obrigações, e serviço de encommendas, permutando malas com a R. A. N.; advogados, agencias dos bancos de Portugal, do Minho, Economia portugueza, Lisboa & Açores, Crédit-Franco-Portugais, Nacional Ultramarino, Commercial de Lisboa, Commercial do Porto, Alliança; agencias das companhias de seguros Confiança, Bonança, Douro, Garantia, Indemnisadora, Mercurio, Mutual Reserve Life, Internacional, Probidade, Previdencia, Portugal, Portuense e Tagus; hoteis, medicos, pharmacias, notarios, sociedades de recreio: Associação recreativa Oliveirense e Club recreativo; feira aos domingos e no dia 11 de cada mez, fabricas de chapéos, de cortumes,de lanificios,de moagens de vidros, tecidos de linho, de papel, etc. Teem-se publicado aqui os seguintes jornaes: Alfinete (0), 27 de janeiro de 1889; Alvorada (A),15 de outubro

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Frente do Padrão da Misericordia

tros cada um. Para exgottar as aguas em excesso, possue cada deposito um trop plein com saida para a villa e uma valvula de exgottamento no fundo, para limpeza. Junto ao reservatorio fica o primeiro marco fontenario. A canalisação, que é toda de ferro, com a extensão total de 1:0 metros, fórma, á saida do reservatorio, um sy phão de 400 metros de comprimento. Para o abas tecimento da villa são destinados seis marcos fontenarios. Cada um d'aquelles marcos é fechado automaticamente por meio de piston e n'elles existe um bebedouro para animaes e uma bocca para serviço de incendios. No ponto da villa onde se acham edificados os predios mais importantes foi collocada uma bocca de incendio especial. Suspensos nos marcos ficam uma caneca de cobre estanhado e um balde de folha de ferro zincado, O hospital da Misericordia, por generosa concessão de dois benemeritos de Oliveira de Azemeis, é dotado com 2 metros cubicos d'agua por dia. A villa pertence & 5. div. mil., 9. brigada, grande circumscripção mil. C. e ao distr. de recrut. e

Face posterior do Padrão da Misericordia

de 1893; Carissimo (O), 7 de setembro a 15 de outubro de 1882; Correio (O), 1891; Correio d'Oliveira, 12 de maio de 1887; Farpas (As), 7 de julho de 1889; Jornal do Povo (0), 12 de novembro de 1880, em publicação, janeiro de 1908; Oliveirense (O), 7 de setembro de 1881; em 1889

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