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E. A. N; advogados, agencias bancarias, de publicações e de seguros; hospedarias, medicos, pharmacias, notario, sociedades de recreio: Club Lafanense, Philarmonica Oliveirense, etc. Ha mi | Das descobertas e não exploradas, de prata, chumbo e de outros metaes. Publica-se o jornal O Lafões, começado em 5 de maio de 1892, sendo o numero programma datado de 28 de abril do mesmo anno. O conc. comprehende actualmente, conforme se disse, 12 freguezias, com 1:953 fog e, pelo censo de 1900, de 8:921 hab., sendo 3:908 do sex masc. e 5:013 do fem. As freguezias são: Espirito Santo, de Arca, 521 hab.: 221 do sexo masc. e 303 do fem.; S. Pedro, de Ar cozello das Maias, 1:357 hab: 616 do sexo masc. € 741 do feminino; Santa Maria, de Destriz, 45 hab.: 200 do sexo masc. e 258 do fem.: S. Pelagio, de Oliveira de Frades, 908 hab.: 411 do sexo mase. e 497 do fem; Santa Maria, de Pinhei

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nheiro, 1:291 hab.: 570 do sexo masc. e 721 do fem; S. Lourenço, de Reigoso, 372 hab.: 164 do sexo masc. e 208 do fem.; S. Miguel, de Ribeira dio, 1:372 hab.: 601 do sexo masc. e 771 do fem.; S. João Baptista, de S. João da Serra, 649 hab.: 267 do fexo mesc. e 382 do fem.; S. Vicente, de S. Vicente de Lafões, 738 hab.: 318 do sexo mas calino e 420 do fem.; S. Martinho, de Sergães, 351 hab.: 136 do sexo masc. e 215 do fem.; S. João Baptista, de Souto de Lafões, 507 hab.: 227 do sexo masc. e 280 do fem.; S. Pedro, de Varziellas, 39 hab.: 177 do sexo masc. e 217 de fem. O principal commercio do conc. é vinho e gado.

Oliveira Frazão Castello Branco (João de). Bacharel formado em Direito pela Universidade de Coimbra, advogado, etc. N. em Salgueiro, do districto de Castello Branco, a 18 de maio de 1834, sendo filho de João de Oliveira Frazão. Recebeu o grau de bacharel em 1857, e

nador civil. Foi delegado do procurador régio de Penella, em 1866, depois na Covilhã, e desde 1819 em Leiria. Entrando na politica, filio-se no partido regenerador, sendo pela primeira vez deputado em 1895, eleito por Coimbra. Em 1897 foi novamente eleito, pela opposição regeneradora, pelo circulo uninominal da Louza. O circulo de Penella tambem o elegeu nas duas eleições de 1899 e 1930. Quando se deu a scisão no partido regenerador, em 1901, e se formou o par. tido regenerador-liberal, acompanhou o sr. conselheiro João Franco, a quem tem sido sempre muito dedicado. Hoje exerce o cargo de admi. nistrador geral da Caixa Geral dos Depositos.

Oliveira Guimarães (João Francisco de). Bacharel formado em Direito pela Universidade de Coimbra. Escreveu: Collecção de poesias lyricas e heroicas, Lisboa, 1851.

Oliveira Guimarães (Manuel José de). Bacharel formado em Theologia e em Direito pe

la Universidade de Coimbra. N. na freguezia de S. Miguel da Carreira, no concelho de Barcellos, em 1838, fal. em Braga a 31 de dezembro de 1896. Era filho d'uns lavradores abastados da referida freguezia da Carreira. Sendo destinado á carreira das letras, escolheu a vida sacerdotal, para que sentia vocação, mostrando logo desde os primeiros annos intelligencia clara e amor ao estudo. Pouco tempo depois de receber na diocese do Porto a ordem de presbytero, foi provido na abbadia da Pouza, do concelho de Barcellos, por decreto de 18 de setembro de 1861, collando-se ali em 5 de novembro do mesmo anno. Oliveira Guimarães desejou sempre ser deputado, e tres annos depois de ser abbade da Pouza, em 1864, apresentou a sua candidatura pelo circulo de Barcellos, mas não conseguiu ser eleito. Algum tempo depois decidiu ir cursar em Coimbra as faculdades de Direito e de Theologia. Matriculou-se na Universidade, fez um curso distincto, e tendo concluido a sua formatura nas referidas faculdades, foi nomeado desembargador da Relação Metropolitana de Braga. Por decreto de 5 de janeiro de 1871 foi apresentado na egreja de Varziella, despacho que, a seu pedido, toi declarado sem effeito, por decreto de 20 de abril do mesmo anno. Existia ainda o bispado do Pinhel; por provisão do metropolita, o arcebispo de Braga D. José Joaquim de Azevedo Moura, de 30 de junho de 1871, approvada por portaria do ministerio da justiça de 2 de julho seguinte, foi eleito vigario geral e governador d'aquelle bispado. Em 18 de julho dirigiu uma pastoral ao clero e aos seus diocesanos annunciando-lhes a sua investidura n'aquelle honroso cargo, pedindo ao mesmo tempo a coadjuvação franca, leal e conscienciosa de todos os diocesanos para realisar a boa vontade que Deus lhe deu de servir a causa da Santa Egreja e do Estado. Depois d'aquella nomeação foi apresentado na egreja de S. Pedro de Maximinos, uma das freguezias mais importantes de Braga, tendo o despacho a data de 14 de julho de 1871, e tomando posse a 6 de novembro do mesmo anno. O seu governo no bispado de Pinhel durou até 22 de setembro de 1874. Filiou-se no partido constituinte por ser amigo do dr. José Dias Ferreira, e quando se deu a scisão n'este partido, formando-se o grupo politico de Vaz Preto, seguiu este estadista. Oliveira Gui marães foi um dos fundadores do jornal O Constituinte, que se publicou em Braga, e que em 1890 tomou o titulo de Nacional, sendo elle um dos seus mais assiduos redactores. Em 1884 apresentou-se candidato ás côrtes pela minoria do circulo plurinominal de Braga, mas não conseguiu ainda d'esta vez ser eleito. Em 1889 tentou no. vamente a candidatura pela minoria d'aquelle circulo, e mais uma vez a sorte politica o não favoreceu. O abbade de Maximinos tomou parte por vezes nas assembléas politicas, desempenhando sempre com a maior competencia diversos cargos em corporações piedosas e de beneficencia. No congresso catholico de Braga, de 1891, apresentou uma interessante memoria sobre o Interesse reciproco da Egreja e do Estado em conservar perfeita harmonia entre si coadjuvan do se mutuamente. Em 1892, sendo o dr. Dias Ferreira presidente do conselho de ministros, é que Oliveira Guimarães pôde alcançar ser eleito deputado pelo circulo de Braga. Em 189. filiou

se no partido regenerador, que o reelegeu pelo mesmo circulo na legislatura de 1894 e 1895. Tornou-se muito notavel o discurso que pronunciou na sessão da camara electiva de 20 de junho de 1893 a favor do restabelecimento das ordens religiosas. N'aquelle sentido havia apresentado uma representação firmada por 37:000 peticionarios. Oliveira Guimarães não era um orador parlamentar; a sua voz e o seu modo de falar resentiam-se um pouco do habito do pulpito, comtudo era um orador fluente e consciencioso.

Oliveira do Hospital. E' appellido nobre em Portugal. Procede de Domingos Soares de Oliveira do Hospital, pae de Martim Rodrigues do Amaral, e avô de Fr. André do Amaral, que foi do conselho d'el-rei D. Manuel e seu chancellermór, ao qual se passou carta de brazão d'armas, em 25 de abril de 1515, e são: Em campo azul, aspa de prata, firmada entre quatro flores de liz, de ouro; elmo d'aço, aberto; timbre, a aspa das armas, com uma das flores de liz no centro.

Oliveira do Hospital. Villa da prov. do Dou ro, séde de conc. e de com., distr. e bispado de Coimbra, Relação do Porto. Tem uma só freg., A Exaltação da Santa Cruz. Está situada perto de 700 m. acima do nivel do mar, entre os rios Alva e Mondego, a 10 k. de margem esquerda do primeiro, e a 5 da margem direita do segundo, no cume d'um pequeno monte, dominando toda a ampla bacia que á sua roda se estende, e cujos bordos gigantescos são formados pelas serras do Bussaco, Čaramulo, Montemuro e Estrella. A vil. la, segundo a ultima divisão politica e administrativa, fica no extremo nascente do distr. de Coimbra e prov. do Douro, confinando pelo norte com a prov. da Beira Alta, formada pelo districto de Vizeu, pelo nascente com o districto da Guarda na prov. da Beira Baixa; pelo su! com o conc. de Arganil, e pelo poente com o de Ta boa, ambos no distr. de Coimbra. Apezar de que a divisão geographica do continente menciona esta villa na prov. do Douro, nunca os habitantes se habituaram a reconhecer os seus sitios como pertencentes ao Douro. Pelo contrario, uma tal divisão lhes causa repugnancia, porque lhes rouba a honrosa denominação de beirões, de que sempre se ufanaram, e que se dava a todas as povoações situadas dentro da grande bacia circumscripta pelas serras da Estrella, Caramulo, Calcorinho e Bussaco, como fazendo parte do coração do principado da Beira, segundo os antigos lhe chamavam. A pov. é muito antiga, podendo affirmar-se que foi fundada antes de 1122, pois d'esta data existem documentos em que se faz menção do seu nome, entre elles a doação feita por D. Thereza, mãe de D. Affonso Henriques, à ordem do Hospital. A villa foi uma das mais rendosas commendas da ordem de Malta, tendo por isso grandes privilegios, e segundo o notavel antiquario Fr. Anastacio de Figueiredo, a origem do seu nome está em que primeiro essa ordem se chamou dos Hospitalarios de S. João de Jerusalem, e como havia mais terras com o nome de Oliveira, se chamou a esta, para se differençar das outras, Oliveira do Hospital. O commendador da ordem de Malta apresentava o vigario, que tinha 708000 de congrua e o pé d'altar. El rei D. Manuel deu-lhe foral, em Lisboa, a 27 de fevereiro de 1514, e consta que el rei D. Diniz já havia dado foral a Bobadella, que foi

cidade romana, e D. Pedro I a Lagos da Beira, tendo D. Manuel dado foraes novos, não só ás duas freguezias citadas, como tambem ás de Lagares e Nogueira do Cravo. As quatro povoações, a que nos referimos, foram cabeças de concelho. Oliveira do Hospital, Bobadella e Lagares eram no meado do seculo XVIII da provedoria da Guar da e da comarca de Vizeu; depois passaram para a correição de Arganil, e por fim para a comarca de Midões. Sendo esta comarca supprimida, ficaram na com. de Taboa, para onde fôra transferida a séde da comarca de Midões, até ser formada a comarca de Oliveira do Hospi tal. O monumento mais antigo, que existe n'esta villa, é uma capella conhecida pelo nome de Capella dos Ferreiros, cuja fundação data do anno de 1279 Foi mandada edificar pelo valente guerreiro Domingos Joannes para n'ella ser enterrado com sua mulher Domingas Sabachaes, em dois tumulos de granito e com figuras de alto relevo, que o mesmo guerreiro mandou construir. O re

de finissimo ouro. Então lhe perguntou o nosso ferreiro se tinha mais d'aquelle ferro, que compraria, ao que disse o ignoraute lavrador que inda tinha boa quantidade d'elle escondido em uma deveza: entre mattos onde andava lavrando achara muito; mas sendo sabido da justiça de como achara um thesouro Domingos Johannes, querendo lançar mão d'elle, fugiu para o Reino de França, onde se mostrou tão claro nas armas, e tão famoso soldado, que, por suas grandes cavallarias e proezas, foi grande Condestavel n'aquelle Reino, em cujo Real officio venceu muitas batalhas campaes, alcançando insignes victorias; comtudo, vindo à sua patria, acabou n'ella cavalleiro de uma lança fazendo n'ella uma capella que ainda hoje se chama dos Ferreiros» etc. Está n'esta noticia explicada tambem a origem do nome por que é conhecida a capella mencionada, na qual existe um interessante exemplar de ca valleiro medieval em pedra, unico talvez perfeito no paiz, pois nada lhe falta da typica arma

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tabulo da capella e os dois tumulos pódem considerar-se como notaveis monumentos da esculptura do seculo XIII ao seculo XIV, primicias do estylo gothico em Portugal. O cavalleiro Domingos Joannes era filho de Oliveira do Hospital, e póde resumir-se a sua vida nos feitos que da sua pessoa nos conta Coelho Gasco, feitos que, na maior parte, teem um extranho sabor a lenda, porém uma lenda de que muitos escriptores nos dão como verdadeiras certas coincidencias historicas e pela averiguação indiscutivel de certos factos n'ella referidos. Na Conquista e antiguidade da cidade de Coimbra, diz Coelho Gasco: «Bom será que contemos aqui brevemente a vida do mui esforçado portuguez Domingos Johannes, varão esclarecido nas armas, natural da comarca de Coimbra, nascido em Oliveira do Hospital de S. João (Malta), o qual, sendo um pobre ferreiro, veiu ter com elle de Sampaio um lavrador a concertar o ferro do seu arado, e cuidando que lhe trazia ferro para o calçar lhe deu uns pedaços

dura, incluindo, o que é raro, a viseira e a lan ça. Este curioso exemplar já esteve em deposito no Museu do Instituto de Coimbra, onde foi muito admirado, tirando se d'elle um molde em gesso. A egreja matriz de Santa Cruz é elegante e bem situada; tem um espaçoso adro gradeado, onde se vêem algumas bellas arvores, ali existem algumas capellas, que lhe fôram incorporadas. Entre outras se conta a dos Ferreiros, de que vimos de falar. Ha em Oliveira do Hospital algumas capellas particulares; a de Sant'Anna, que é o maior templo depois da egreja matriz, e que possue imagens de merecimento, sendo a sua festa annual das mais pomposas; a capella da Casa de Cima, cuja invocação é S. José, e a capella de S. Lourenço Justiniano, que se concluiu em 1880, e onde o sr. dr. Antonio de Vasconcellos, lente de Theologia na Universidade, celebrou a sua primeira missa depois de a benzer solemnemen. te, em 1885. Oliveira do Hospital é uma terra que, pela sua situação e posição, offerece ma

gnificas condições de progresso. Entre os melhoramentos que possue, podemos especificar um bello e vastissimo terreiro, denominado Terreiro da feira, onde costuma fazer-se um concorrido mercado mensal; o edificio dos paços do concelho, construido nas ruinas da antiga casa da ordem de Malta, onde estão todas as repartições publicas; um novo matadouro e um viveiro de videiras americanas, por conta do governo, com deposito de sulphureto de carbone, e viveiro annexo de enxertia, etc. O Terreiro da teira deve-se aos esforços de Joaquim do Amaral, de Lagos; os paços do concelho á iniciativa do presidente da camara em 1880, o dr. Francisco Cruz, de Lagares, e o matadouro ao dr. Manuel Freire Lobo, que presidia á camara em 1892. N'esta villa existem duas associações de largo interesse local, um gremio de recreio, montado á altura de fornecer aos seus socios todas as distracções, e uma instituição de soccorros mutuos, com o nome de Montepio Alliança. Este montepio, cuja fun

entradas, nome que lhe vem de tres entradas que de pontos differentes se cruzam no meio d'ella, abrindo-a em tres braços. V. Avô. Oliveira do Hospital pertence á 5. div. mil., 9. brigada,grande circumscripção mil. Central, e ao distr. de recrut. e res. n.o 23, com a séde em Coimbra. Tem escolas d'ambos os sexos, est. post. e telegr. com serviço de emissão e pagamento de vales do correio e telegraphicos, cobrança de recibos, letras e obrigações, e serviço de encommendas, permutando malas com a R A. B. A. Na camara municipal está estabelecida a estação telegraphica, que principiou a funccionar a 2 de agosto de 1875. Na villa ha advogados, agentes dos bancos Alliança, Crédit Franco-Portugais; Commer cial do Porto, e do Minho; e das compauhias de seguros Internacional e Popular, Previdencia; hospedarias, medicos, pharmacias, notarios, fabrica de polvora, fabricantes de queijos, Misericordia, bons edificios de construcção moderna, feira na segunda feira immediata á do Ervedal; de S.

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dação se deve aos esforços d'um grupo de intelligentes artistas d'esta terra, tem a sua séde n'uma casa, que por 20 annos lhe foi cedida gratuitamente pela camara municipal. A esta instituição foi offerecida pelo sr. conselheiro José Lobo uma valiosa bibliotheca, sendo conferidas ao offerente, por gratidão, em sessão de assembléa geral, as honras de socio honorario. O terreno d'este concelho é muito fertil em todos os generos agricolas do paiz, que exporta em grande quantidade. O concelho é atravessado por differentes ribeiros e regatos, que regam, fazem mover varios moinhos de pão, e trazem peixe miudo. O rio Alva, que tambem atravessa o concelho, tem as margens muito pittorescas. Junto d'este rio, na freg. de Penalva, existem as Caldas de S. Paulo e Pontão da Rapada, muito recommendadas pela qualidade das suas aguas para o tratamento de molestias arthriticas e de pelle. Na conjuncção do rio Alva com a ribeira d'Alvões, proximo de Avô, está construida uma ponte, que é a unica no genero, chamada Ponte das tres

Braz, a 3 de fevereiro; tem diligencias para Carregal do Sal, Coimbra, Lagos da Beira, Santa Comba Dão e Vendas de Gallizes. O concelho comprehende 20 freguezias com 5:516 fogos e 26:699 hab., sendo 12:262 do sexo masc. e 14:437. do fem., n'uma superficie de 20:696 hect. As fre. guezias são: S. Bartholomeu, de Aldeia das Dez, 1:627 hab.: 772 do sexo masc. e 855 do feminino; Santo André, de Alvôco das Varzeas, 813 hab.: 394 do sexo masc. e 419 do fem.; N. S. d'Assumpção, de Avô, 1:202 hab.1 551 do sexo masc. 6 651 do fem; N. S. da Graça, de Bobadella, 750 hab.: 335 do sexo masc. e 415 do fem.; Santo André, de Ervedal, 3:514 hab.: 1:570 do sexo masc. e 1:944 do fem.; N. S. da Conceição, de Lagares, 1:468 hab.: 668 do sexo masc. e 800 do fem.; N. S. da Expectação, de Lagiosa, 651 habitantes: 268 do sexo masc. e 383 do fem.; S. João Baptista, de Lagos da Beira, 842 hab.: 327 do sexo masc. e 515 do fem.; S. Pedro, de Lourosa, 1:137 hab.: 479 do sexo masc. e 658 do fem.; S. Miguel, de Meruge, 912 hab.: 408 do sexo masc. e

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