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" Tão temerosa vinha e carregada, Que pôs nos corações um grande medo; Bramindo, o negro mar de longe brada, Como se desse em vão nalgum rochedo. "Ó Potestade (disse) sublimada: Que ameaço divino ou que segredo Este clima e este mar nos apresenta,... "
Obras completas do cardeal Saraiva (d. Francisco de S. Luiz) patriarcha de ... - Página 196
por Francisco de S. Luiz - 1883
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Exame analytico e parallelo do poema Oriente do R. do José Agostinho de ...

Nuno Alvares Pereira Pato Moniz - 1815 - 355 páginas
...hiae taurus &. e prosegue descrevendo o Monstro. Então onde está aqui o que diz Camões na oit. 38 ? Bramindo o negro mar de longe brada , Como se desse em vão n'algum rochedo dcc. ou na 6o? ' " . • Desfez-se a nuvem negra , e , c'hum sonoro Bramido , muito longe o mar soou...
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Confrontação minuciosa dos dios poemas Lusiadas, e Oriente, ou Defensa ...

Raymundo Manoel da Silva Estrada - 1834 - 56 páginas
..., as refrégas dos ventos na appariçao da sombra , reduz-se tudo a estes dois unicos versos : • Bramindo o negro mar de longe brada , Como se desse em vão nalgum rochedo. LUSÍADAS , CANT. j." OIT. 38. Nada mais , pela palavra nada , se acha do que kto , relativamente á...
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Tratado de metrificação portugueza para em pouco tempo: e ate sem mestre se ...

Antonio Feliciano de Castilho - 1851 - 160 páginas
...frescura da idéa : Os rios todos que vão manando por baixo da espaçosa terra. E ainda Camões : = Bramindo o negro mar de longe brada Como se desse em vão 'nalgum rochedo. = Mas se o A condiz com a magestade, não condiz menos com os affectos maviosos. Ouvi outra vez Virgílio...
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Os Lusiadas e o Cosmos: ou, Camões considerado por Humboldt como admiravel ...

José Silvestre Ribeiro - 1858 - 123 páginas
...cabeças apparece. Tão temerosa vinha e carregada, Que fioz nos corações lium grande mrdo : Jlramindo o negro mar, de longe brada, Como se desse em vão n'algum rochedo. Este* membros que vês, e esta figura Pnr estas longas águas se estenderão: Em fim, minha grandissima...
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Historia de Camões, Parte 1

Teófilo Braga - 1873
...Sobre nossos cabeças apparece. Tão temerosa vinha e carregada Que poz nos corações um grande medo; Bramindo, o negro mar de longe brada, Como se desse em vão n'algnm rochedo.. . Eu sou aquelle occulto e grande Cabo A quem chamaes vós outros Tormentorio Todos...
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The Commentaries of the Great Afonso Dalboquerque, Second Viceroy ..., Volume 2

Afonso de Albuquerque - 1877
...nossas cabeças apparece. 38. Tão temerosa vinha, e carregada, Que poz nos corações hum grande medo, Bramindo o negro mar de longe brada, Como se desse em vão n 'algum rochedo. O ! Potestade, disse, sublimada ! Que ameaço divino, ou que segredo Este clima,...
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Ensaio de estudos práticos de litteratura

José Silvestre Ribeiro - 1880 - 292 páginas
...Huma nuvem, que os ares escurece, Sobre nossas cabeças apparece. Tão temerosa vinha e carregada, 124 Bramindo o negro mar de longe brada, Como se desse em vão n'algum rochedo. C'hum tom de voz nos falia horrendo e grosso, Que pareceu sair do mar profundo: Arrepiam-se as carnes...
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Os Lusíadas

Luís de Camões - 1935 - 465 páginas
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Obras de Luis de Camões: Os Lusiadas, Volumes 1-4

Luís de Camões - 1905
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Historia da litteratura portugueza ...

Teófilo Braga - 1907
...nossas cabeças apparece. Tão temerosa vinha e carregada, Que poz nos corações um grande medo. . . Bramindo o negro mar de longe brada, Como se desse em vão n'algum rochedo. Que ameaço divino ou que segredo Este clima e este mar nos appresenta, Que mor cousa parece que tormenta?...
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