Imagens das páginas
PDF
ePub
[graphic]
[merged small][merged small][merged small][merged small][ocr errors][merged small][merged small][merged small][ocr errors][ocr errors][merged small][merged small][merged small][merged small][merged small][ocr errors]

passar carta pera vôs dito Juiz, pela quall vos mamdara que pergumtasseis ao Juiz dallfandega desa cidade por hua Semtença que saira desta Rellaçam, dada per o

Juiz dos mens feitos, por que mamdara que/

[ocr errors]

e porem vos mamdo que asi ho cumpraes e guardais, e ffaçaes em todo cumprir e gardar como por mi he acordado, julgado e mamdado: he por esta Semtença mando a vós dito Juiz que correguaes ho foral, e cumpraes em todo a carta minha assi e da maneira que se nella comtem, como por ella e pella dita Semtença vos he mandado; e a dita propia Semtença mandareis Registar na camara e alfandegua desa çidade; e mandarés a propia, com estromento publico de como fica Registada e em todo emxuqutada, ao procurador dos meus ffeitos: e do dia que vos for apresentada, em tres messes ffareis e comprireis todo o dito que he; soob pena de vinte cruzados pera as despessas desta Rellaçam, que he a pena que dou por meu allvara aos que minhas Semtenças nam exuqutarem demtro no dito termo: ho que asi cumpri com delligencia, e all nam façaes. dada em a çidade de lixboa aos vinte e dous dias do mes de ffevereiro. EllRei ho mandou pelo doutor luis annes, do sseu dessem barguo e Juiz dos seus feitos. affom ffernandes de tvar a fez anno do nascimeeto de nosso Senhor Jhu Xpo de mil e quinhentos e vimte e nove annos. a qual semtemça era pasada pela chancellaria do dito Senhor, e assinada pelo dito doutor luis annes, ssegundo se por ella mostrava e parecia; a quall propia Semtença com este trellado e registo della foi aqui comcertada pello dito Juiz, e com gomçallo martins, tabaliam; e comigo Jorge alves Rangell, tabaliam, que ha aqui trelladei por mandado do dito Juiz. do dito Juiz. Antonius. Gomçallo martim. =

fernam de pyna corregesse ho capitollo do novo foral da dita cidade, e a ouvesseis á Vossa maão, e por ella corregesseis a verba do dito foral que na camara da dita çidade estava, asy como a dita Semtença dizya que ho ffezesse fernam de pina porque era emformado que se nam fezera; e como a dita verba ffosse corregida no dito foral, ffezesseis auto dysso, e o Regystasseis com a dita Semtença na allfandega da dita çidade nos Regymentos della; e mais emxuqutasseis a dita Semtença: e de todo o que asy fezesseis mandasseis hu auto ao Lecenciado amtonio correa, do meu dessem barguo e procurador dos meus ffeitos, pera se lancçar na torre do tombo e me dar dysso comta; e assy vos enformasseis dos officiaes dalfamdegua, e damtonio mendes, que servia dallmoxarife della, dos navios que ho anno de quinhentos e vinte e sete e assy doutros annos despoys da dita Semtença que ahi vieram, enformandovos pelos livros das Sissas e asy pellos da alfamdegua se os ditos navios se dizimaram ou foram escriptos nelles; e toda a delligemçia que fezesseis com os offiçiaes ffosse per Juramento; e achamdo que vieram hi navios das ditas mercadorias da dita Semtença sem dizimarem. Sabereis por cuja culpa, e lhe fezesseis paguar a dita dizima, e carreguar ssobre o Recebedor nam se podendo aver pellas partes; e que todo viesse por auto publico, como dito hera. Segundo que todo esto milhor e mais compridamente sse comtinha na minha dita carta; e que por vós dito Juiz nam achardes a propria Semtença pera por ella comprirdes o que vos por minha carta era mamdado, fezereis çitar a çidade e as partes, que eram o dito Joham depaiva e gomçallo annes, pera sse tevessem embarguos a se tirar outra Semtença do proçesso viessem com elles, pera o que lhes asinareis termo; ao qual termo os ditos autos foram apresentados nesta corte, e jumtos aos outros domde emanara a dita Semtença, e as partes foram apreguoadas, e dado termo pera que dissessem de ssua Justiça; e por nam virem ao dito termo, nem outrem por elles, hos autos me foram levados comcluso. § E visto por mi em rellaçam com os de meu desembarguo, acordei ahi, visto como as partes a que toqua a Semtemça que nestes autos foi dada foram çitadas pera dizeram se tinham embarguos a nam ser tirada do proçesso: e pera isso lhes ffoi assinado termo: e como nam pareceram, nem por sua parte se allegou cousa allgua pera impedir tirarse a dita Semtemça do proçesso; mando que se tire, e se dê á parte pera se comprir o que eu mando:

[ocr errors]
[ocr errors]

Em comprimento da quall Semtença o dito Juiz corregeeo a verba do fforal novo na maneira seguimte:

Item de todo o breu, pêz e rezina que vier tambem de fomte Rabia ter ho Rio do douro pella foz da dita cidade pagaram dizima ha ellRei nosso Senhor e á coroa de seus Reinos; ssem embarguo da verba deste foral novo, que fica as seis folhas do começo do dito foral, que começa item de todallas mercadorias; a quall he corregida por virtude desta. Semtença; que aqui atrás ffiqua Registada; porque está determinado pelo Juiz dos feitos do dito Senhor que sse pague ho fforal amtiguo dellRei dom Joham ho primeiro as mandava paguar: a qual verba e decraraçam della o dito Juiz asinou aqui oje xxbiii. dias dabril do anno de mil e quinhentos e vinte e nove annos, Antonius.

[ocr errors]

cómo

Em desfavor do bispo D. João Affonso Aranha tomaram a mão os procuradores dos povos nas cortes de Santarem do to anno de 1434, e advogaram a sua causa perante D. Duarte por estas palavras: «Outro sy bem

ção, as marinhas da Figueira multiplicaram por modo notavel, mormente no correr do seculo passado. No anno já memorado contavam-se mil cento e cincoenta, produzindo cerca de 34/500 moios de sal, de qualidades mui variadas 1.

[ocr errors]

sabe vossa mercee como por ElRey vosso Pa- | sobretudo pelo pequeno imposto de exporta-
dre foi posta a imposicam do Sal, com grande
perda da terra, e que se leixa de fazer, e
reparar muitas Marinhas, e isto he porquanto
muitas vezes acontece, que o Sal vall a trinta,
e a quarenta reis o moio, e tirada a dita im-
posiçom, e carreto do dito Sal não fica ao
dono delle de hum moio sete reis, ou pouco
mais, e poreem vos pedem, Senhor por mer-
cee, que a dita Imposiçam nam aja hy por
aazo do que dito he, e por esta guisa se cor-
regeram as Marinhas, que jazem em morto-
rio e se faram outras muitas, que sera honra,
e proveito da terra 1.D

[graphic]

Não sabemos quanto aturavam estes tempos esquivos, e se á industria salina de Aveiro chegavam a alvorecer mais tarde dias alcyonios. Mas temos a certeza de que nos fins do seculo passado, por 1790 pouco mais ou menos, andava tam amesquinhada a sua producção, que, de quinhentas ou mais marinhas, que em outros tempos se viam alvejar na sua ria, então apenas se contavam cento e cincoenta. Estas marinhas rendiam cinco mil trezentos e quarenta coutos de sal 2, ou 267000 rasas.

Tambem as marinhas da Figueira se abo nam com documentos comprobativos da sua remota antiguidade. Nos dias de Affonso Henriques existiam já algumas perto de Tavarede, como o demonstra um contracto, feito no anno de 1778 entre o prelado da egreja de S. Salvador com os seus clerigos, e o prior e conegos do mosteiro de S. Jorge. O que frisa ao nosso intento diz assim: «De quadam Marina quae est Sancti Salvatoris in face Mondeci versus Tavarede de qua quae. dam pars est facta, caetera est rumpenda. Novembr. Er. 1216. Cart. de S. Jorge.

Em Lavos temos noticia da sua existencia no reinado de Sancho II por uma doação, que em 1236 fizeram d'umas marinhas no couto de Lavos o mosteiro de S. Jorge e a collegiada de S. Bartholomeu. E nella impozeram ao donatario a obrigação de fazer mais trinta e seis talhos, como se vê d'esta condição: «Marinas, quas habemus in termino de Lavos tali pacto, quod tu facias tibi 36 ta lios, et bonum vivarium, et debes facere istos talios usque quatuar annos. Abr. Er. 1274. Cart. de S. Jorge.

Das marinhas da Morraceira é que não temos meniorias que lhes assegurem a existencia alem de 1520. Mas não ha que duvidar d'ellas neste anno por um aforamento d'aquelle campo, feito em 11 de abril pelo prior cartorario e mais padres do mosteiro de Santa Cruz a Antonio Fernandes de Quadros. Favorecidas por circumstancias locaes, e

1 C. B. de Lacerda Lobo, loc. cit.

20 couto e a sua medida, por que se media o sal em Aveiro, valia cincoenta razas.

Na antiga provincia d'entre Douro e Minho temos a commemorar as marinhas de Leça, de Villa do Conde, e algumas das margens do Douro. Das primeiras dura a memoria desde o anno 1070, tempo em que governava Portugal o conde D. Henrique. Assim o contesta uma carta de venda em que Pedro Guilifensis cede a Fructesindo Gutierrizi, e sua mulher Gontroda uma herdade in marina noba subtus Kastro Quisionis discurrente ribulo Leza territorio portugalens. Cart. do Mosteiro de Moreira. ob

[ocr errors]

Mas desappareceram com cedo estas marinhas, porque nas côrtes celebradas em Coimbra em tempos de D. João 1 e no anno de 1433, mandou-se cumprir a sentença entre o concelho do Porto, Leça da Palmeira e Matosinhos, pela qual não podia entrar sal de fóra para aquelles logares senão para consumo proprio, e que todos os mais que o houvessem mister, viessem ao Porto compral-o, o que era de interesse para a cidade, porque os que vinham buscar sal, accudiam alli ordinraiamente, carreando mantimentos, que deixavam na cidade. E se durassem ainda as marinhas de Leça é mui provavel, que, por mesquinha que fosse a sua producção abastasse a rareada população d'aquelle territorio 2.

A venda de metade d'um talho, feita na era de 1139 por Pelagio Codici a Gondisalbo Gotieirizi e sua mulher Gelvira Gundezalbizi, prova que no anno 1101 existiam marinhas-nas margens do Ave. Énos desconhecido o tempo, que ahi duraram, e como se extinguiram. 1079 Sup smp 897

Eram em Miragaia e Massarellos as marinhas que ladeavam o Douro. D'estas só temos noticia do meado do seculo XIV por uma provisão dirigida ao alcaide e juizes de Gaia em 3 de julho de 1363, reinando el-rei D. Diniz, e uma inquirição de 28 de agosto de 1377, já nos dias de Affonso IV. A memoria d'estas marinhas fenece na primeira metade do seculo XV.

Nos fins do seculo passado estava nua de salinas toda a costa d'entre Douro e Minho. Mais tarde, mas ainda antes de elle se cerrar, tentou-se e levou-se a effeito o fabrico de duas perto de Caminha. Desappareceram ein breve.

[ocr errors]

mas jo fContinúa).g

1 C. B. de Lacerda Lobo, 1. cit., pag. 270 e segg. 2 Idem, pag. Idem, pag. 278.

4

[graphic]
[ocr errors][merged small][merged small][merged small][ocr errors]

NOÇÕES DE GEOMETRIA DESCRIPTIVA

(Continuado de paginas 185)

Transformação das projecções E facil concluir, de tudo o que fica escripto, que na resolução dos problemas indicados não se apresentaram todos os casos, que se poderiam dar, porque a influencia da posição dos dados, em relação aos planos de referencia, tornava a sua resolução impossivel com os principios demonstrados até então e, por isso, convem agora expôr um pequeno numero de regras inalteraveis, que se traduzem em outras tantas operações graphicas e que constituem o que se chama Transformação das projecções.

O deslocamento de uma figura, em relação aos planos de referencia, pode effeituar-se por meio de movimentos de rotação em torno de eixos, que se tornam de ordinario perpendiculares a esses planos de referencia, de modo que a transformação das projecções reduz-se a resolver os dous problemas seguintes:

1. Dadas as projecções de uma figura sobre os dois planos de referencia, construir a projecção d'essa figura sobre um outro plano de referencia, isto é, mudar a posição de um dos planos de referencia.

2. Dadas as projecções de uma figura sobre os dois planos de referencia, fazer girar essa figura em torno de um eixo qualquer, perpendicular a um dos dois planos de referencia, e construir as projecções d'essa figura sobre os mesmos planos depois da rotação, isto é, mudar a posição dos dados em relação aos planos de referencia,

No que se segue as projecções de um ponto são designadas, antes e depois da mudança de planos ou da rotação, pelas mesmas letras, advertindo que, no segundo caso, serão acom, panhadas de um indice igual ao numero de rotações ou de mudanças de planos já effeituadas. Assim x,y, será a linha da terra, cor respondente a uma mudança e os pontos a,b', serão as projecções do ponto A do espaço, depois de uma mudança de plano ou de uma rotação.

A

[ocr errors]
[merged small][merged small][ocr errors][ocr errors][merged small][merged small]

-9h 48 up o Dadas as projecções de um ponto sobre os dois planos de referencia, mudar um d'estes planos de referencia, conservando o outro, e construir as novas projecções do ponto.

-0%

a

Mudar o plano vertical e conservar o mesmo plan o horisontal.

Se o ponto se achava primitivamente no angulo diedro anterior superior e se, depois da mudança do plano vertical, ficar ainda collocado no angulo diedro anterior-superior, formado pelo novo plano vertical com o antigo plano horisontal, o que deverá succeder sempre que a sua projecção horisontal se conservar áquem da nova linha da terra, é claro que, para ter a sua nova projecção vertical, bastará abaixar da projecção horisontal uma perpendicular, sobre a nova linha da terra, prolongal-a para a parte superior do novo plano vertical e marcar sobre esse prolongamento, a contar da nova linha da terra, uma distancia, igual à distancia, a que a primeira projecção vertical se achava da antiga linha da terra, fig. 95.

[blocks in formation]

Se o ponto se achava primitivamente no angulo diedro anterior-superior e se, depois da mudança do plano horisontal, ficar ainda collocado no angulo diedro anterior-superior, formado pelo novo plano horisontal com o antigo plano vertical, o que deverá succeder sempre que a sua projecção vertical se conservar acima da nova linha da terra, é claro que, para ter a sua nova projecção horisontal, bastará abaixar da projecção vertical uma perpendicular, sobre a nova linha da terra, prolongal-a para a parte anterior do novo plano horisontal e marcar sobre esse prolongamento, a contar da nova linha da terra, uma distancia, igual á distancia, a que a primeira projecção horisontal se achava da antiga linha da terra, fig. 96.

2.o

Dadas as projecções de uma linha sobre os dois planos de referencia, mudar um d'esses planos de referencia, conservando o outro, e construir as novas projecções da recta.

Resolve se o problema muito facilmente por meio do procedente, para o que bastará lembrar que dous pontos determinam uma recta, fig. 97.bsit

Dadas as projecções de uma linha sobre os dois planos de referencia, mudar um d'estes planos de referencia, conservando o outro, e achar o ponto de intersecção da recta com o novo plano de referencia.

oh O ponto procurado ha de ter uma das suas

Devem distinguir-se dois casos: por projecções sobre a nova linha da terra e essa

projecção ficará determinada pela intersecção da nova linha da terra com a projecção da recta, projecção existente no plano que se conserva; a outra projecção, ha de existir na perpendicular levantada por esse ponto, segundo o novo plano de referencia, a uma distancia igual á distancia, a que se achava o ponto do espaço do plano, que se conserva, isto é, á distancia a que se achava a projecção, do mesmo nome do plano mudado, da antiga linha da terra, fig. 97 bis.

N. B.

risontal de referencia.

4.o

A2119 Operações graphicas 3030

[graphic]

α

Mudar o plano vertical de referencia, fig. 98.

Abaixar ma, sobre x,y, e pôr m',a,=-a m. Pode-se empregar outra construcção. Levantar pelo ponto b, fig. 99, no qual se encontram as duas linhas da terra, a recta Nesta figura houve mudança do plano ho- Essas rectas serão as projecções verticaes da bb', perpendicular sobre xy, e bb', sobre x'y', intersecção dos dois planos de referencia. Marcar sobre b'b um comprimento bc' igual a m'a, traçando m'c' parallela a xy e sobre b'b um comprimento bc', igual a be', descrevendo com o centro be o raio b c 0 arco c'c', e traçar c',m', parallela a x,y, e a recta ma, perpendicular a x,y. O ponto de intersecção das duas rectas será o ponto pedido, porque as quatro distancias am, be', bc', e a',m', são iguaes.

Dados os vestigios de um plano sobre os dois planos de referencia, mudar um d'estes planos de referencia, conservando o outro, e determinar os novos vestigios do plano.

α

O vestigio sobre o plano, que se conservar invariavel, ficará o mesmo e, para achar o vestigio sobre o novo plano de referencia, bastará determinar os pontos de intersecção de duas rectas quaesquer, existentes no plano dado, com o novo plano e unir essas intersecções por meio de uma recta, a qual será o vestigio procurado. D

[graphic]

b

b

Mudar o plano horisontal de referencia, fig. 100.

Abaixar m'a, sobre xy, e pôr a,m, igual

a am.

Pode-se empregar outra construcção, fig.

101.

Levantar pelo ponto b', no qual se encontram as duas linhas da terra, a recta b'b Essas rectas serão as projecções horisontaes perpendicular a xy e b'b, perpendicular a x,y,. da intersecção dos dous planos horisontaes de referencia. Marcar sobre b'b um compri rallela a xy e sobre b'b, um comprimento b'c, mento b'c igual a ma, por meio de m c, paigual a b'c, descrevendo com o centro b'e o rallela a x,y, é a recta m'a, perpendicular a raio b'c o arco de circulo cc, e traçar c,m, padará o ponto pedido, porque as quatro distansó,y,. O ponto de intersecção das duas rectas cias am, b'c, b'c, e a,m, são iguaes.

O vestigio do plano sobre o plano, que se conservar, deverá encontrar num ponto da nova linha da terra o vestigio, que se procurar (no caso de não ser parallelo a essa nova linha da terra), porque pertence a um mesmo plano e, por isso, se se prolongar o vestigio, de que se fallou em primeiro logar, até encontrar a nova linha da terra, é claro e evidente que ficará assim determinado um dos pontos do vestigio procurado e que, para traçar esse vestigio, bastará determinar um outro ponto, isto é, empregar uma linha só das duas, que se indicaram em a.

a

2.°

Se o vestigio, que se conservar, ficar parallelo á nova linha da terra, bastará empregar um só ponto, isto é, uma só das linhas Mudar o plano horisontal de referencia, fig. 102. indicadas em a, por isso que a direcção do novo vestigio do plano está conhecida.

d

Póde-se ainda no caso b deixar de empregar a linha recta, empregando, em seu logar, as projecções do ponto de intersecção dos vestigios do plano dado sobre os dous planos do mesmo nome e dos quaes um foi mudado.

Seja a recta AB. A projecção vertical ficará a mesma e, para ra ter a nova projecção horisontal, determinem-se as novas projecções horisontaes a,b, de A e B, para o que se deverá abaixar ala, perpendicular sobre x,y,, b'b, perpendicular sobre x,y, e tomar 2a, igual a 1a' e 4b, igual a 36 e depois unir os pontos a,b, por uma recta, que será a projecção pedida. zob

[merged small][ocr errors][merged small][merged small][merged small][ocr errors][ocr errors][merged small][merged small][merged small]

b of Rom sig sob ma sheo moo estoy enraoh ¦ 2.o Mudando o plano horisontal de referencia, fig. sondig

راورد 179

Mudar o plano vertical de referencia.

[ocr errors]
[ocr errors]

109.

Os pontos d'f' serão os pontos de intersebcção das duas rectas com o plano vertical. es Pelos pontos a le b, fig. 103, abaixam-se Por esses pontos abaixem-se perpendiculares as perpendiculares a a', e bb, sobre a nova sobre a nova linha da terra e tome-se g'g, linha da terra e marquem-se nellas, a contar igual 1g e h'h, igual a 2h. Una-se g com h d'essa linha da terra, distancias iguaes á al-e a recta g, h, será o vestigio do plano sotura dos pontos respectivos acima do plano bre o novo plano de referencia. horisontal. Unam-se esses pontos. A recta alb, será a projecção pedida. -Advertencias.colorprozio, -Quando o ponto da intersecção da recta AB com so plano de projecção, que se conservar, existir o dentro dos limites do papel, deverá ser tomado. para o ump dos pontos de construcção, porque a sua nova projecção estará sobre a nova linha da terra.

[ocr errors]
[ocr errors]

1.o Mudando o plano vertical de referencia, fig. 110.

Achar o ponto g', e unir o ponto de intersecção do vestigio AB com a nova linha de terra, com o ponto g',.

2. Mudando o plano horisontal de referencia, fig.

111.

Achar o ponto g, e unir o ponto de intersecção do vestigio A'B' com a nova linha de terra, a, com o ponto g.

O ponto de intersecção da recta A B, fig. 104, com o plano vertical e' c'. A sua nova projecção horisontal será c, ponto de intersecção da nova linha da terra com a perpendicular, abaixada sobre ella pelo ponto d. Esse ponto c, deverá ser um ponto da nova projecção horisontal da recta e, por 1.0 Mudando o plano vertical de referencia, fig. isso, a

[ocr errors]

de um outro ponto, bastará unir as duas pro-
jecções horisontaes para ter a nova projecção
horisontal da recta.org

Empregar-se-ha um raciocinio analogo,
quando se mudar o plano vertical, fig. 105.
0701 0 buu
absb stoon

92

[ocr errors]

3.9%

[merged small][ocr errors][ocr errors][ocr errors][ocr errors][ocr errors][ocr errors][merged small]
[blocks in formation]

1.o Mudando o plano vertical de referencia, fig. 114.

Levantar pelo ponto m, ponto de intersecção das duas linhas da terra, as perpendiculares mm', mm', descrever o arco de circulo m'm', e unir m', com o ponto de intersecção de AB com a nova linha da terra, porque o ponto de que se fallou atraz1 tem

Levantar dd', 'perpendicular sobre x,y, e por projecção horisontal o ponto m, no qual tomar dd', igual a 1d'.

[blocks in formation]

O vestigio horisontal ficará o mesmo. Para
achar o novo vestigio vertical, determinem-se
novor
as intersecções com o novo plano vertical de
duas rectas CD, EF, existentes no plano
dado. c,e serão os pontos de intersecção das
rectas com o plano horisontal. Pelos pontos
greh levantem-se perpendiculares sobre a
nova linha da terra, e tomem-se n'ellas gg', e
hh, igunes alge 2h Una-se g', com h',
por uma recta, a qual será o novo vestigio
do plano sobre o novo plano vertical.

[blocks in formation]
« AnteriorContinuar »