the lusiads of camoens

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Passagens conhecidas

Página 260 - No' mais, Musa, no' mais, que a lira tenho Destemperada ea voz enrouquecida, E não do canto, mas de ver que venho Cantar a gente surda e endurecida! O favor com que mais se acende o engenho, Não no dá a Pátria, não, que está metida No gosto da cobiça e na rudeza Duma austera, apagada e vil tristeza.
Página 186 - Caminho da virtude alto e fragoso, Mas no fim doce, alegre, e deleitoso ; xci.
Página 266 - Ou fazendo, que mais, que a de Medusa A vista vossa tema o monte Atlante, Ou rompendo nos campos de Ampelusa Os Muros de Marrocos e Trudante; A minha já estimada e leda Musa, Fico, que em todo o mundo de vós cante, De sorte que Alexandro em vós se veja, Sem á dita de Achilles ter inveja.
Página 182 - E se me esperas, não há mais que espere. 82 Já não fugia a bela Ninfa, tanto* Por se dar cara ao triste que a seguia, Como por ir ouvindo o doce canto, As namoradas mágoas que dizia. Volvendo o rosto, já sereno e santo, Toda banhada em riso e alegria, .' Cair se deixa aos pés do vencedor, Que todo se desfaz em puro amor.
Página 34 - Os marinheiros d'huma e d'outra banda : E, porque o vento vinha refrescando, Os traquetes das gaveas tomar manda : ' Alerta,' disse, ' estai ; que o vento crece Daquella nuvem negra, que apparece.
Página 194 - Ha pouco que passar até o outono ; A fortuna me faz o engenho frio, Do qual já não me jacto, nem me abono: Os desgostos me vão levando ao rio Do negro esquecimento e eterno sono : Mas tu me dá, que cumpra, ó grão Rainha Das Musas, co'o que quero, á nação minha!
Página 230 - Aqui só verdadeiros gloriosos Divos estão : porque eu, Saturno, e Jano, Jupiter, Juno, fomos fabulosos, Fingidos de mortal, e cego engano : Só para fazer versos deleitosos Servimos...
Página 260 - Olhai que ledos vão, por várias vias, Quais rompentes leões e bravos touros, Dando os corpos a fomes e vigias, A ferro, a fogo, a setas e pelouros, A quentes regiões, a plagas frias, A golpes de idolatras e de mouros, * A perigos incógnitos do mundo, A naufrágios, a peixes, ao profundo.
Página 156 - Leis em favor do Rei se estabelecem , As em favor do povo só perecem. Vê em fim , que ninguem ama o que deve , Senão o que somente mal deseja : Não quer , que tanto tempo se releve O castigo, que duro, e justo seja. Seus ministros ajunta ; porque leve Exercitos conformes á peleja, Que espera ter co' a mal regida gente , Que lhe não for agora obediente.
Página 118 - Oh quanto deve o Rei, que bem governa, De olhar, que os conselheiros, ou privados, De consciencia e de virtude interna, E de sincero amor sejam dotados!

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