Antonio Ferreira, poeta quinhentista: O homen. O escriptor

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B.L. Garnier, 1875
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Passagens conhecidas

Página 222 - Ia que se lê pega de unos hermosos ojos? El punto de mi muerte es el en que me veo sin ti, senora mia; de alia me...
Página 227 - Ay i que donde no veo aquellos ojos Que alumbran estos mios, cuanto veo Me pone horror y grima , y se me antoja Mas triste que la noche , y mas escuro.
Página 223 - Ia conversa humana, ni el humano consorcio, aliviarme pueden el peso de tristeza estrana y no creible, que de mi se apodera Ias horas y momentos que sin ti se me pasan.
Página 128 - Louvarão muitos esta gran cidade, esta nobre Lisboa, raro Francisco, esta que do Occidente com grande nome em toda parte soa, e soará com grão nome em toda idade, que dá leis ao Meio dia e ao Oriente.
Página 136 - Esperava o combate derradeiro. De santa fé armada, e verdadeiro Amor divino, venceu a espantosa Morte, que nela pareceu fermosa, E nova estrela a fez no Céu terceiro.
Página 228 - D'onde parti, mais claro e mais fermoso. Onde não resplandecem os dous claros Olhos da minha luz, tudo é escuro.
Página 230 - Inés , mi bien , señora mia , Gusto desa mi vida , bien y gloria Desta alma tuya que te tengo dada , Aunque esa tierra gozas, si te gozas Sin mi. que yo sin ti viviendo muero.
Página 141 - Ceo se põe em sorte, Que até ao Filho de Deos foi tão custoso. Corte o bom Rei primeiro por si, corte, Mais vence o exemplo bom, que o ferro eo fogo, Não póde errar quem contra si he forte.
Página 217 - Alegre-se no ceo, pois que na terra o seu nome por ti será famoso, o qual já não lembrava em Portugal. O teu estilo fez á morte guerra.
Página 140 - E aquelle santo e natural preceito. Deve- á lei o que a fez obediencia. Quem o caminho ha de mostrar direito. Se torce delle, e segue a falsa estrada, - , Como terá seu Povo á lei sujeito? Poz Deos na mão do Rei a vara alçada Para guia do Povo errado e cego, Mas não foi só ao seu desejo dada.

Informação bibliográfica