Mario: episodios das lutas civis portuguezas de 1820-1834

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Imprensa Nacional, 1868 - 463 páginas
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Índice

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XIX
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XXXII
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XXXIV
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XXXVI
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XXXIX
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XL
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XLI
449
XLIII
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Passagens conhecidas

Página 455 - Senhor: — O governo interino de Portugal julgou do seu dever enviar esta deputação, que hoje tem a honra de vir á presença de Vossa Magestade Imperial e Real, para dar testemunho do grande sentimento dos portuguezes na lamentavel perda do augusto pae de Vossa Magestade Imperial o sr. D. João vi, que Deus tem em gloria, e render, em nome d'aquelle povo fiel, a devida homenagem a Vossa Magestade como nosso Rei natural e legitimo soberano. Tão grande dor necessitava lenitivo, ea Providencia,...
Página 455 - ... de seus augustos antepassados. Não merecia esta leal e briosa nação que tão bem fundadas esperanças ficassem baldadas; e, se não conseguiu, como sobre tudo desejava, que vossa magestade a fosse pessoalmente governar, alcança grande bem de que vossa magestade lhe mande para rainha a primogenita de suas filhas, a sr.a D. Maria II, em que se vae continuar a excelsa dynastia da serenissima casa de Bragança.
Página 455 - ... de vir á presença de Vossa Magestade Imperial e Real, para dar testemunho do grande sentimento dos portuguezes na lamentavel perda do augusto pae de Vossa Magestade Imperial o sr. D. João vi, que Deus tem em gloria, e render, em nome d'aquelle povo fiel, a devida homenagem a Vossa Magestade como nosso Rei natural e legitimo soberano. Tão grande dor necessitava lenitivo, ea Providencia, que visivelmente tem sempre protegido aquelle reino, lhe deparou o mais opportuno remedio na augusta pessoa...
Página 329 - Serão havidos como legitimos todos os governos estabelecidos, ou que se estabelecerem nos Estados portuguezes do ultramar, e Ilhas adjacentes, para abraçarem a sagrada causa da regeneração politica da Nação Portugueza; e serão declarados benemeritos da Patria os que tiverem premeditado, desenvolvido, e executado a mesma regeneração.
Página 452 - D. Pedro iv Senhor. — Fui entregue do decreto datado de 3 de julho do corrente anno, pelo qual Vossa Magestade Imperial e Real Fidelissima foi servido nomear-me seu logar-tenente e regente dos reinos de Portugal, dos Algarves e suas dependencias ; e, conformando-me com as soberanas ordens de Vossa Magestade Imperial e Real Fidelissima, tratei logo de fazer as disposições necessarias para a minha partida para Lisboa, a fim de preencher as sabias e paternaes intenções de Vossa Magestade, governando...
Página 325 - Saiba essa corte infame, corrupta e depravada, que a nação portugueza não ha de ter com ella contemplação alguma! E o peso da opinião publica a ha de esmagar!...
Página 452 - Peco a Deus que guarde e conserve a preciosa vida de Vossa Magestade Imperial e Real Fidelissima como tanto deseja e ha mister este que, com o mais profundo respeito, tem a honra de ser de Vossa Magestade Imperial e Real Fidelissima, irmao affectuoso e subdito fiel. Vienna, cm 19 de outubro de 1827.
Página 457 - São c certamente, nem pode ser desconhecida das camaras, uma verdade tão essencial, como é evidente; nem pode perde-la de vista, na pratica, o seu amor puro e subido da patria. O zêlo e prudencia, torno a dizer, que tendes mostrado, tiram toda a duvida, e afiançam cabalmente que caminhareis de accordo ao grande alvo de rcalisar, por leis sabias, as largas e agradaveis esperanças da nação.
Página 451 - Londres, offerece-me a occasião, que eu com muito gosto aproveito, de manifestar novamente a Vossa Magestade Imperial e Real a segurança dos sinceros e inviolaveis protestos de obediencia, respeito e...
Página 343 - ... as malhadas, ou velhas ou novas, ou desembaraçadas ou gravidas, e estas, não só em razão de si mesmas, como pelos fetos de iniquidade marcados já no ventre com o ferrete da malhadice > Basto andava furioso, Cadaval despeitado: não se viam, nem se falavam.

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