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7 - Note mojirar por obras afé os Padres defia Companhia muyto bê,

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carro com humpreto (que T Af4/14záram,@r enforcáram os dias pa/ados)em roupeta,Gr/embarrete por 4catamento do/anto (rucifixo, que hia diante pegandolhe , Qr esforçando à

uer outro padecente, @r fio com 4legria,como gente que nam tem conta com mais, que com palavras, (or obras mofirar a verdade deno/a

fantafé catholica, @ da vida eter

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Chronica da Companhia de Iofi,em Portugal.
conferve (2r o real%iado de C/. Alie-

<4. Zecaimbra 16. de Agoio de 1555. . O Bipo Conde.

9 Ete foy o teñimunho de tam grave,& tam doutoPrelado,a quem por et? tetimunho tam authorizado, & pelo muyto que fentia de bem de

noffa Religiam fagrada,lhe devemos continuas #

çoens:elle falava de nós como Prelado tam exemplar , & que via noffas coufas com os ólhos da charidade, a qual tem ôlhos de aguia pera ver, & aprovar o bem alheyo: confusâm grande pôde fernoffa, fenam fizermos hoje por defempenhar o bom formava efte doutifimo;&graviffimo

o Bipo,

(?)

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& nos merece grandes obriga

conceyto,que entam de nòs

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D0//f0/25 infignes q entam havia na Vni ver/idade de Coimbra. :

............. ... \, ..............." Da informaçam que do a Viverfidade de Coimbra no que elRey Dom Iohm lemãdou perguntar a certa os da Companha. " }

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* ####### ##### #oo tetimunho | *tam abalizado de hum Prelado de tanta authoridade, tambem ordenou à fua Vniverfidade Conimbricente, que dêfe (eu juizo, acerca do á (entia da Companhia, pera cõ o parecer de tam fabios dou-| tores de Coimbra, refpõder ao decreto dos Theologos Sorbonicos de Paris. Recebida a ordem.ajuntou logo o Reytor da Vniverfidade (que entam era unica em Portugal)feu clautro pleno de gravifficuos doutores em todas as faculdades, entre os quaes florecia naquelle tempo o muy fábio, & celebre doutor Martim de Afpilcueta Navarro Cathedratico de prima de direyto Canonico, & hávia outros voroens de muyta Reli. giam,& excelentes talentos, & muy conhecidas letras; qual era o Padre Frey Martinho de Ledelma da tagradaOrdem dos

"Prègadores, Lente de prima de

da a cerca da opiniam que dos Xe: ligiojos da Companhia de IESUS (cujoCollegio de quinze annos a fiaparte,

dos Hermitaens de S. Agoftinho. Todos juntos de commü acordo deram por efcrito hum notavelte timunho da Companhia,o qual foydado por modo authentico, emhum pergami- } nho, fellado cõ o fello da Vniverfidade,& afinado por todos feus Lentes, & Doutores,cujo

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• A#### a...... ...

cartas do Serenfimo Zey Zom Ioam o Terceiro defie nome,com cujo favor/ervay alevãnando em tamprof. peros,Orfelices augmentos, pergunta

começando meia Cidade de muy peque700$ principios,fia hoje tam aventajodo@r amplificado) deliberando febre ofie particular com maduro juizo, Gr como em cou/as de importancia cofitmafazer, fe ajunton em confelho, no lugar aco/iumado. Confderando pois a Conner/dade opio,Q} catholico dojo delReyno/a/enhor de alevantar a Keligam chriftã, favorecer as honofias artes, Orfeiencias, @ épalhar por todas as partes a fêmente de fua catholica virtude,Gr piedade, @ypera q fio mais/e dilatafe,G#felic/mami

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afinalado da efclarecida Ordé, 16

treslado de Latim em Portu

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Anno de com /ua diligincia pudef6772 ajudar e/ Christo delte negoceo pera que haja muytos obreyI 555 || rospera a mé/fe do Senhor, que apoA fim alimpar de toda a/kania, @r tal animo,gr tençam recebeo, @rfavoreceo em feus Keynos fia Companhia de IESUS,de cujo modo devida, @proveytopera que diga o que fonte, reponde, Çr toftifica a Vane%dade nos capitulos/guintes; precedendo a isto,como era conveniente,diligente, @r maduro confelho. # o • • Primeyramente f", , , nho a Univerfidade que fies homens verfidade /am virtuofos,modifios,humildes, devo# coim-ros,benemeritos da Republica chriftã, /#,

que refilandecem com exemplo, @r vida religiofa. Afirma mais a Oniverfidade, grafim o tem achadopor experiencia,virem nam sómente a fia Cidade,mas tambem a todo o Reyno de Portugalgrandes, @ copiojos fruytos da vida,(} exemplo,Gr/audavel doutrina difa Companhia,porque fazem amizades,concertando demandas, pondo os difcordes em paz, reprehendé vicios,Orpeccadospublicos, empregando/e tambem com/ummadiligencia,Gr zelo nas prégaçoens,($r conf/oens, @r na adminifraçam do Sanitfimo Sacramento da Eucharifa ao povo; @r afim a experiencia tem mo/trado/erá os fudantes defia Vniverfidade mais frequentes,Crfervorofos em fe confef. far,Or receber o Santti/simo Sacramento da Eucharifia,depois que aCópanhia teve co/a, Crafento nota (idade.

4 Item afirma a Vniverfidade, que efia/antia Companhia entende em

|obras de humanidade, com muyta diligencia, @r cuydado, porque vemos defeus proprios bês aju| darem aos profos,or encarcerados,çã|falandos juntamète comfantias amoefaçoens,Gr exortandows a receber os Sacramentos,quando, @ aonde pera |iÁo ouver oportunidade, gradminio | trandos eles tambem. . 5 Item do teffimunho a Univerfidade, que o principal intento difia tampanhia he occuparfe em obras que ajudam,Q, "program aos proximos, os incaminham,9r levam áfilecidade,Gr bemaventurança eterna. Por. que vemos o exercício que tem de emfi. mar os mininos em bons columes, @ os fudantes em letras,Q} virtude, tam longe #2 de lhe fo for impedimento,que ajudam notavelmente, augmentam as%húlas,O Colégios de letras. 6 Entende mais que fam nam

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Gr charidade, Anno da

muytas vezes chamados, @r com grã

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des,

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Do q julgavam de

cedimêtos com os pro ximos.

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des,Cr arrancam os vicios,donde vem, que nam impedem entrada de outras Religioens, nem perturbam feu modo deprocederantes/emofiram feus confervos,Q) cooperadores valorofos, Gr diligêtes em cultivaravinha doSenhor.

7 C/ltimamente do teffimunho a Coniver/idade, que nam fe recebem quafuer meia (ampanhia,fêm haver nifo muyto deleto porque fabeterem/e dedicado a fe inflituto algãs giudamtes da/agrada Theologia,outros do direyto (anonico, @ (bil, mancelos de grandes partes,Cr bós co/iumes. Antes he cou/a notoria que em Hepanha, os mancelos nobres,Cryllu/fires, como filhos de Zuques, @ (ondes, tementrado nfia Companhia (97 por tanto a Vnner/idade afim ofente, @ julga, @rte/tifica,que fia Companhia fo ha

| de receber com fumma honra, @ com

toda a veneraçam/e deve favorecer C07710 intituida milagro/amente,Gr dada por Zeos ao mãdo, em tempostam trabalho/os. Em confirmaçam das quaes cou/as todos afinamos@y/ellamos no/ate/timuho com o fello ordinario da Vniver/idade. 8 També etimamos em fummo grao eta informaçam

da Vniverfidade de Coimbra,

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que lhe devemos, que a profef. • /* A • farmos a virtude q em nos viam.

CAPITV Lo XVII.

Do teflimanho que do nefa materia "fagrad)Tribunaldo S. Oficio, & do lomfim que teve efia grande perfguiçam.

$ Etes tam califi// cados pareceres, \$4ultimamente ajú* temos o do Tribunal da S.Inquifiçam, a quem (por lhe pertencer atentar pela pureza de noffa sãCta Fè,& cuftumes que a encontram) rezâm era,que Sua Alteza perguntafe feu parecer, como por húa fua carta efcrita ao Tribunal de Lisboa,mandou perguntar, no qual fe cometeó a repota ao | Inquifidor Pedralvez de Paredes,é foy Arcediago da Lavra, & Conego de Evora, na qual cidade primeyro tinha fido Inquifidor, & era homé de muyta bondade, & de cotumes antigos que fe as cartas fam efpelhos d'alma, eta bem motra a fingeleza, & chaneza daquelle peyto Portugues. Diz a repota deta naneyra.

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@y afsim aos Sacerdotes menos duro,

o que pertence pera exercitar/tu of cio Sacerdotal, efecialmente aos que tem cura de almas Pregam, (2) aju. dam aos Prelados cam/ua folida deutrina,cotinuas conf/cês, de 4 todos os 4 coerfamficam confolados.O muyte edificados ; por fo como amados de Zeos fazem muyto frupto digno de perpetuo louvor, afim am a terra de Chrfãos, como entre infieis na India Oriental/apám Zrfil, Africa , onde |fe diz que por/ua fanfa converfaçam, @r continuas amct/laçãs muytos(hrifaós carnos,que fiavam refriados na fé,foram nellaratificados, os quaes f tavam em rifo de apostatar da lo Evangelicao por maneyra,que á fruétibus eorum cognofcetis eos. 4 Po/toque nam faltépefoas pouco ... % # minar,Granichilar fle fiado, alevãrãdo cou/as # carece de verdade, como ? fo/Sé afilles,de% diz o 1.im c. Nemo,onferindoferê dignos daílla pena,de? fiz.

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mençám

panhia.

|

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