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" E foi , que de doença crua e feia A mais que eu nunca vi , desampararam Muitos a vida , e em terra estranha e alheia Os ossos para sempre sepultaram. Quem haverá que, sem o ver, o creia ? Que tão disformemente alli lhe incharam As gingivas na boca... "
Os Lusiadas - Página 150
por Luís de Camões - 1881 - 140 páginas
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Obras do grande Luis de Camões ..., Volume 1

Luís de Camões - 1815
...Nascemos. O pezar terá firmeza; Mas o bem logo muda a natureza. LXXXI. E foi, que de doença crua, e fèa, A mais que eu nunca vi, desampararam Muitos a vida, e em terra estranha, e alhéa, Os ossos para sempre sepultái am. Quem haverá que sem o ver o crêa ? Que taõ disformemente...
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Os Lusiadas: poema epico

Luís de Camões - 1819 - 420 páginas
...pezada e dura Nascemos; o pezar terá firmeza, Mas o bem logo muda a natureza. * • " • .• LXXX. E foi que de doença crua e feia, A mais que eu nunca...sepultaram. Quem haverá que sem o ver o creia? Que táo disformemente alli lhe incharam As gingivas na boca, que crescia A carne, e juntamente apodrecia....
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Os Lusiadas: poema epico de Luis de Camões

Luís de Camões - 1823 - 377 páginas
...esta condicao pezada e dura Nascemos ; o pezar terá firmeza , Mas o hem logo umda a natureza. LXXX. E foi que de doença crua e feia , A mais que eu nunca...desampararam Muitos a vida, e em terra estranha e alh cia Os ossos para sempre sepultaram. Quem haverá que sem o ver o creia? Que tão disformemente...
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Obras completas de Luis de Camões, correctas e emendadas pelo cuidado e ...

Luís de Camões - 1843
...condição pezada e dura Nascemos: o pezar tera firmeza, Mas o bem logo muda a natureza. LXXXI. E fui, que de doença crua e feia, A mais que eu nunca vi, desamparárão Muitos a vida, e em terra estranha e aldeia Os ossos para sempre sepultárão. Quem...
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Os Lusiadas poema epico de Luis de Camões: restituido a' sua primitiva ...

Luís de Camões - 1846 - 585 páginas
...pezar terá flrmeza ; Mas o bem logo muda a natureza. LXXXI. « E foi , que de doença crua e fêa , A mais que eu nunca vi , desampararam Muitos a vida ; e em terra estranha e alhéa Os ossos pêra sempre sepultaram. Quem haverá que sem o ver o crêa? Que tam disformemente...
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Os Lusiadas de Luiz de Camões

Luís de Camões - 1847 - 415 páginas
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Os Lusiadas e o Cosmos

José Silvestre Ribeiro - 1853 - 98 páginas
...todavia faltar ao primor poetico E foi, que de doença crua e feia A mais qno eu nunca vi, desampararão Muitos a vida, e em terra estranha e alheia Os ossos para sempre sepultarão. Quem haverá que sem o ver o creia? Que tão disformemente alli lhe incharão As gingivas...
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Os Lusiadas e o Cosmos: ou, Camões considerado por Humboldt como admiravel ...

José Silvestre Ribeiro - 1858 - 123 páginas
...accommetlêra, e Camões a descreve com a maior exacção e verdade, sem todavia faltar ao primor poetico: E foi, que de doença crua e feia A mais que eu nunca vi, desampararão Muitos a vida, e em terra estranha e alheia Os ossos para sempre sepultarão. Quem haverá...
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Obras, precedidas de um ensaio biographico, augmentadas com ..., Volume 6

Luis Vaz de Camoens - 1870
...recompensa A Rhamnusia com nova desventura. Assi no Oo sereno só dispensa: Com esta condição pesada c dura Nascemos: o pezar terá firmeza, Mas o bem logo...crua e feia A mais, que eu nunca vi. desampararam Muilos a vida, e cm terra estranha e alheia Os ossos para sempre sepultaram. Quem haverá que sem o...
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Os Lusiadas, poema epico de Luis de Camões

Luís de Camões - 1865 - 536 páginas
...logo a recompensa A Rhamnusia com nova desventura. Assi no Céo sereno se dispensa; Com esta condicão pezada e dura Nascemos; o pezar terá firmeza, Mas...alli lhe incharam As gingivas na boca, que crescia A carne, e juntamente apodrecia, LXXXII Apodrecia c' hum fetido e bruto Cheiro, que o ar visinho inficionava...
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