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" Deus, ao mundo, à gente e, enfim, ao vento, a quem já muitas vezes o contei, tanto debalde como o conto agora; mas, já que para errores fui nascido, vir este a ser um deles não duvido. "
Obras de Luis de Camões ... - Página 185
por Luís de Camões - 1779
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As cem melhores poesias (líricas) da lingua portuguesa

Carolina Michaëlis de Vasconcellos - 1910 - 236 páginas
...Que a todas as memórias seja estranho ! Digamos mal tamanho A Deus, ao mundo, ás gentes, e emfim ao vento A quem já muitas vezes o contei — Tanto...como o conto agora ! Mas — já que para errores fui nascido — Vir este a ser um d'elles não duvido. E pois já d'acertar estou tam fora, Não me culpem...
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Obras completas de Luiz de Camões, Volume 2

Luís de Camões - 1912
...tormento, Que a todas as memorias seja extranho. Digamos mal tamanho A Deos, ao mundo, a gente e, emfim, ao vento, A quem já muitas vezes o contei, Tanto debalde como o conto agora. o Mas já que para errores fui nascido, Vir este a ser hum d'elles não duvido. E, pois já d'acertar...
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