Le Brésil littéraire: histoire de la littérature brésilienne : suivie d'un choix de morceaux tirés des meilleurs auteurs bésiliens [sic], Página 2

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A. Asher, 1863 - 334 páginas
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Passagens conhecidas

Página 216 - Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá; As aves, que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá.
Página 215 - ... olhos por que morri; Que ai de mi! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi!
Página 27 - ... são as mais benignas, e se mostram sempre alegres: os horizontes, ou nasça o sol, ou se sepulte, estão sempre claros...
Página 50 - Enfim, tens coração de ver-me aflita, Flutuar moribunda entre estas ondas ; Nem o passado amor teu peito incita A um ai somente, com que aos meus respondas ! Bárbaro, se esta fé teu peito irrita, (Disse, vendo-o fugir) ah ! não te escondas ; Dispara sobre mim teu cruel raio . . . E indo a dizer o mais, cai n'um desmaio.
Página 64 - Tu não verás, Marília, cem cativos Tirarem o cascalho ea rica terra, Ou dos cercos dos rios caudalosos, Ou da minada Serra.
Página 213 - Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros, De vivo luzir, São meigos infantes, gentis, engraçados Brincando a sorrir.
Página 49 - Tão dura ingratidão menos sentira, E esse fado cruel doce me fora. Se a meu despeito triunfar não vira Essa indigna, essa infame, essa traidora...
Página 20 - Musas as presentes rimas, que me resolvi expor à publicidade de todos, para ao menos ser o primeiro filho do Brasil, que faça pública a suavidade do metro, já que o não sou em merecer outros maiores créditos na Poesia.
Página 219 - Oh! quem foi das entranhas das águas O marinho arcabouço arrancar? Nossas terras demanda, fareja . . . Esse monstro ... — o que vem cá buscar ? "Não sabeis o que o monstro procura? Não sabeis a que vem, o que quer? Vem matar vossos bravos guerreiros, Vem roubar-vos a filha, a mulher!
Página 45 - E nem se atrevem a chamá-la, e temem Que desperte assustada, e irrite o monstro, E fuja, e apresse no fugir a morte.

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