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II. Caracteres da época em Portugal: o imperialismo politico, as descobertas e conquistas, absolutismo religioso. A côrte nova: a fidalguia, o clero. Acção do commercio oriental. Os escravos (128-141).

A religião. A justiça. A riqueza. Estudo da sociedade portugueza, nas comedias de Gil Vicente (141-151).

III. Na India: o imperio portuguez. Goa triumphante. Paisagem da ria: a natureza absorvente (151-157).

O triumpho de D. João de Castro. Descripção da cidade e dos habitantes (157-173).

Caracteres do imperio dos portuguezes: a ferocidade pela fé e pela cobiça. Orgia ultramarina. Goa-Babylonia. Regresso á patria (173-182).

IV. Idealismo portuguez opposto ao naturalismo castelhano. O desejo da honra; a nobreza; a imitação classica e o estoicismo (182-186).

Cap. IV.A RENASCENÇA.

187

I. Equilibrio dos espiritos n'um idealismo espontaneo. Alegria e esperança do mundo ao saír da Edade-média. Neo-paganismo catholico. Desillusão provocada pelo protesto da Allemanha. Reacção meridional. Separação da Europa. O Deus de Camões. Platonismo (187-195).

Explicação do paganismo camoneano. Virgilio e Camões, os Lusiadas e a Eneida. Necessidade nova de symbolos naturalistas que o Christianismo só formára antithetica ou diabolicamente. Concepção do mundo e da historica. Apotheose da vida: optimismo (195-217).

II. As descobertas: espanto do mundo. Confiança na verdade natural. Os phenomenos cosmicos. Animisação da natureza: o Adamastor (217-232).

O sonho de D. Manoel. Descripção da India. As paisagens, a ethnographia, os costumes: sacrificio da virgindade, polyandria dos nayres; a historia. O Pegu, Sião, a China e o Extremo-Oriente. Regresso para o occidente: a Arabia, a Persia, Monomotapa, o Nilo e o Egypto, a America, a Europa e Portugal (232-256).

Crise da consciencia. A sciencia e a fé: solução camoneana. Absolutismo da fé: condemnação das heresias, apotheose da Egreja. Missão de Portugal na guerra religiosa da Europa. Imperialismo (256-262).

III. Interpretação camoneana da fé pela virtude. Pensamento estoico, doutrina do bom-senso. Divinisação do mundo. Optimismo universal. A ilha dos Amores, porto de

destino dos heroes, transfigurada pela razão estoica. Volta ao principio da Renascença (263-278).

Cap. v.

A NAÇÃO PORTUGUEZA

279

I. Idéa nova das nações na Renascença. Ambição imitativa dos portuguezes: Roma. Papel que teve Roma na evolução constitucional dos povos; apparecimento de um sentimento novo, o patriotismo, correspondente á idéa de nação. Differenças entre o patriotismo romano e o portuguez. Bases naturaes da noção classica em Portugal: formação politica da nação portugueza. Os romanos na Hespanha. O patriotismo nos Lusiadas: traços da historia nacional; formação do povo como caracter (279-301).

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II. Consciencia collectiva da vontade nacional na crise do fim do seculo xiv. Assimilação de elementos novos. Definição do patriotismo idealista. Em que consiste o fôro lusitano. Amor da patria e amor da terra (301-311).

III. Formação das nações peninsulares, saídas da reconquista aos arabes. Caracteres particulares da historia moderna, na Hespanha. Papel especial de Portugal: seu destino maritimo. Constituição de um imperio portuguez; deficiencia do temperamento nacional para a regencia d'elle : causas da ruina (311-320).

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