Suspiros poéticos, e, Saudades

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Morizot, 1859 - 359 páginas
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Índice

I
19
II
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III
35
IV
43
V
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VI
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VII
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VIII
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XXX
204
XXXI
211
XXXII
213
XXXIII
226
XXXIV
234
XXXV
239
XXXVI
241
XXXVII
243

IX
70
X
83
XI
89
XII
92
XIII
96
XIV
105
XV
107
XVI
114
XVII
121
XVIII
123
XIX
132
XX
140
XXI
146
XXII
151
XXIII
164
XXIV
168
XXV
179
XXVI
185
XXVIII
191
XXIX
199
XXXVIII
250
XXXIX
254
XL
257
XLI
259
XLII
267
XLIII
271
XLIV
274
XLVI
279
XLVII
287
XLVIII
294
XLIX
301
L
306
LI
313
LII
319
LIII
324
LIV
326
LV
333
LVI
336
LVII
343
LVIII
349

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Passagens conhecidas

Página 261 - Que furibundas se alçam, lutam, batem Contra o penedo, e como em pó recuam, E de novo no pleito se arremessam.» ' Eram poucos, é certo ; e contra os poucos Armadas as Nações aqui pugnavam ! Mas esses poucos vencedores foram Em lena, em Montmirail, em Austerlitz.
Página 260 - É cedo ainda!» A espada lhe gemia na bainha, E inquieto relinchava o audaz ginete, Que soía escutar o horror da guerra, E o fumo respirar de mil bombardas. Na pugna ' os esquadrões se encarniçavam ; Roncavam pelos ares os pelouros ; Mil vermelhos fuzis se emaranhavam ; Encruzadas espadas, e as baionetas, E as lanças faiscavam retinindo. Ele...
Página 261 - Grouchy, Grouchy, a nós, eia, ligeiro; O teu Imperador aqui te aguarda. Ah! não deixes teus bravos companheiros Contra a enchente lutar, que mal vencida Uma após outra em turbilhões se eleva, Como vagas do Oceano encapelado...
Página 263 - Macedonio outrora o Império Entre si repartiram vis escravos. Então um riso de ira, e de despeito Lhe salpica o semblante de piedade. O grito ainda inocente de seu filho Soa em seu coração, e de seus olhos A lágrima primeira se desliza.
Página 262 - Basta." Dia fatal, de opróbrio aos vencedores! Vergonha eterna à geração que insulta O Leão que magnânimo se entrega. Ei-lo sentado em cima do rochedo, Ouvindo o...
Página 51 - ... esbarra, Menos o homem, que atravessa airoso, Ahi o mortal corpo abandonando, Para no seio entrar da Eternidade; Assim o viajor o pó sacode, E deixa o companheiro de viagem Manto todo coberto de poeira, Quando á cidade desejada chega. A alma não morre, porque Deos não morre.
Página 11 - É um livro de poesias escritas segundo as impressões dos lugares; ora assentado entre as ruínas da antiga Roma, meditando sobre a sorte dos impérios; ora no cimo dos Alpes, a imaginação vagando no infinito como um átomo no espaço; ora na gótica catedral, admirando a grandeza de Deus, e os prodígios do Cristianismo; ora entre os ciprestes que espalham sua sombra sobre túmulos; ora enfim refletindo sobre a sorte da Pátria, sobre as paixões dos homens, sobre o nada da vida.
Página 259 - O infernal retintim do embate de armas, Os trovões dos canhões que ribombavam, O sibilo das balas que gemiam, O horror, a confusão, gritos, suspiros, Eram como uma orquestra a seus ouvidos! Nada o turbava! — Abóbadas de balas, Pelo inimigo aos centos disparadas, A seus pés se curvavam respeitosas, Quais submissos leões; e nem ousando Tocá-lo, ao seu ginete os pés lambiam.
Página 260 - Ou de ferro fundido estátua equestre, Que invisível poder mágico anima, Via seus batalhões cair feridos, Como muros de bronze, por cem raios; E no céu seu destino decifrava. Pela última vez co'a espada em punho, Rutilante na pugna se arremessa; Seu braço é tempestade, a espada é raio!
Página 21 - Oh Numes tão fagueiros, Que o berço me embalastes Com risos lisonjeiros, Assaz a infância minha fascinastes. Guardai os louros vossos, Guardai-os, sim, qu'eu hoje os renuncio.

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