Pequena historia da literatura brasileira

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F. Briguiet & comp., 1925 - 445 páginas
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Passagens conhecidas

Página 192 - Tu não verás, Marília, cem cativos Tirarem o cascalho, ea rica terra, Ou dos cercos dos rios caudalosos, Ou da minada Serra.
Página 129 - Nasce o Sol, e não dura mais que um dia, Depois da Luz, se segue a noite escura, Em tristes sombras morre a formosura, Em contínuas tristezas a alegria.
Página 193 - Não verás enrolar negros pacotes das secas folhas do cheiroso fumo; nem espremer entre as dentadas rodas da doce cana o sumo.
Página 110 - Na tempérie agradáveis e seguros; Tem o terceiro A nas águas frias; Que refrescam o peito e são sadias; O quarto A no açúcar deleitoso, Que é do Mundo o regalo mais mimoso, São pois os quatro AÃ por singulares Arvoredos, Açúcar, Águas, Ares.
Página 249 - Como os sons do boré, soa o meu canto Sagrado ao rudo povo americano: Quem quer que a natureza estima e preza E gosta ouvir as empoladas vagas Bater gemendo as cavas penedias, E o negro bosque sussurrando ao longe -- Escute-me. — Cantor modesto e humilde, A fronte não cingi de mirto e louro, Antes de verde rama engrinaldei-a, D'agrestes flores enfeitando a lira; Não me assentei nos cimos do Parnaso, Nem vi correr a linfa da Castália.
Página 386 - Nommer un objet, c'est supprimer les trois quarts de la jouissance du poème, qui est faite du bonheur de deviner peu à peu: le suggérer, voilà le rêve.
Página 262 - Eu quero ouvir na laranjeira, à tarde, Cantar o sabiá! Quero ver esse céu da minha terra Tão lindo e tão azul!
Página 255 - Frouxo o verso talvez, pálida a rima Por este meus delírios cambeteia, Porém odeio o pó que deixa a lima E o tedioso emendar que gela a veia! Quanto a mim é o fogo quem anima De uma estância o calor: quando formei-a, Se a estátua não saiu como pretendo, Quebro-a — mas nunca seu metal emendo...
Página 197 - Do seio de delicias tão diverso, Quão differente é para quem ama Os ternos laços do seu patrio berço ! O pastor louro, que meu peito inflamma, Dará novos alentos ao meu verso, Para mostrar do nosso heróe na bocca Como em grandezas tanto horror se troca.
Página 14 - Rhenumque bibunt. venient annis saecula seris, quibus Oceanus vincula rerum laxet et ingens pateat tellus Tethysque novos detegat orbes nee sit terris ultima Thule.

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